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[Artigo] É possível ser Santo?

06-11-2016 | Por Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo de Belém do Pará

"Santidade é o caminho normal a ser percorrido pelo cristão."

“Santidade é o caminho normal a ser percorrido pelo cristão.”

Com frequência a Igreja oferece aos fiéis e a todo o mundo a figura do santo! Homens e mulheres de idades diversas e diferentes estados de vida viveram com heroísmo o Evangelho e se tornaram pontos de referência, como sinais privilegiados para suas respectivas épocas e para as gerações que se seguem. Seus feitos, suas palavras e seus nomes permanecem como imagens gravadas com fogo na história da humanidade. Sabemos que mesmo nações de tradição diferente do cristianismo se orgulham dos santos e santas que nelas deixaram suas marcas, especialmente os rastros da caridade vivida, já que um dos sinais de santidade é justamente o amor universal e desprendido, sem preconceitos ou discriminações.

Basta recordar a recente canonização da Santa Madre Teresa de Calcutá. E o nosso tempo tem sido rico de santidade, como homens e mulheres conhecidos diretamente pela nossa geração. São João Paulo II percorreu o mundo, visitou nosso país, comeu à nossa mesa, abraçou nossas crianças! E é santo! Ele mesmo, aqui no Brasil, afirmou categoricamente que nosso país precisa de muitos santos. Daí a pergunta, numa época de propaganda da maldade e da impureza, de banalização da verdade, corrupção dos costumes e tantas outras mazelas, é possível ser santo? Parece que a resposta deve ser dada por nós, cada um no confronto com os ideais assumidos em sua própria história.

Há santidade nas crianças. Deus nos fez para a inocência e não para a maldade. As orações que brotam singelas dos lábios dos pequeninos, preferidos de Jesus, a abertura com que se dispõem a conversar com o Senhor, a espontaneidade de seus sentimentos e a liberdade com que se colocam diante dos adultos, tudo indica que nos pequeninos, com os quais precisamos ser parecidos, se queremos entrar no Reino de Deus, é nada menos do que o projeto de Deus para todos, seja qual for a sua idade. Francisco e Jacinta, pastorinhos videntes de Nossa Senhora de Fátima, são reconhecidos como “confessores da fé”  Leia mais »

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