


A Paróquia Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, de Palmas de Monte Alto, Diocesse de Caetité, tem uma trajetória histórica paralela à história do Município, pois a data da sua criação é a mesma data de emancipação política de Palmas de Monte Alto, 19 de maio de 1840. Nessa data, Palmas de Monte Alto deixa de ser vila, com topônimo de Monte Alto, e a “Paróquia”, que pertencia à Freguesia de Santo Antônio do Urubu, hoje Paratinga, desligou-se dessa Freguesia, sendo criada à Freguesia de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens de Monte Alto. Sendo assim, à Paróquia é referência na história do Município também pela sua origem.
A história remonta ao ano de 1730, quando o alferes português, Francisco Pereira de Barros, adquiriu a fazendo Riacho da Boa Vista, com toda as suas vertentes, por comprar de Isabel Guedes de Brito, filha extraconjugal e herdeira única de Antônio Guedes de Brito o qual se destacara na guerra e posterior expulsão dos holandeses, de Salvador (Bahia) e de Recife (Pernambuco), que por isso mesmo , obtivera da coroa Portuguesa a grande sesmaria que, partindo do Morro do Chapéu, na chapada Diamantina (Bahia), teria como limite a foz do Rio das Velhas, no São Francisco e território mineiro, calculadas 170 léguas de comprimento para 70 léguas de profundidade ou largura, ou seja: quase todo o sertão baiano e boa fatia do sertão e norte de Minas Gerais.
A história tem início com a edificação da capela no alto da colina, dedicada Á Virgem Mãe de Deus e dos Homens. Pereirinha homem temente a Deus querendo perpetuar sua memória, em arte sacra, requereu e obteve da Santa Sé autorização para ereção da capela sob a invocação de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, com a doação das imagens da Virgem e do Senhor Morto. A capela teve início no ano de 1736, […] tendo para tanto doado para a construção e conservação toda a sua fazenda Riacho da Boa Vista e se fazendo administrador da mesma. Tal atitude de Pereirinha é tida, ainda hoje, entre os munícipes como ato de sua grandiosa fé, além de agradecimento a uma graça alcançada.
Francisco Pereira de Barros é do Reino de Portugal nascido em 1660 na província de Entre Douro e Minho no Arcebispado de Braga, na freguesia de São Miguel da Marinhas Termo da Vila Resende, Filho legitimo de Domingos João de Barros e Maria Gonçalves Pereira.
No seu testamento, como já citamos acima e escrito de próprio punho fez menção à doação das terras da capela. “O extraordinário português fixou sua residência na área da atual cidade e na colina ao lado promoveu a construção da capela.”
Na fazenda, bem maior que o município de Palmas de Monte Alto, crê-se que ele residia há anos e trabalhava nas lavouras e criações de gado, auxiliado por bom número de escravos e escravas como Serafina, Maria e Luiza com quem ele tivera oito filhos, a saber: Francisco, Gabriel, José, Faustino, João, Bernardo e as filhas: Maria e Ângela.
Analisando o seu testamento percebe-se ter sido Pereirinha um leigo da Ordem 3ª dos Franciscanos que deixando a Ordem, ingressara e lutara nas fileira dos patriotas da Bahia, comandados pelo Brigadeiro Antônio Guedes de Brito. Ele pede: quando morrer, “que me sepultem com o hábito de São Francisco e se não, aonde a terra for fácil de escavar, por amor ao trabalho.
Pronta a capela, Pereirinha já cantando 83 anos de idade, armou a viagem com alguns filhos, genros e escravos e demandou por estradas primitivas, com sofrimento de toda ordem para buscar as Santas Imagens de Nossa Senhora e do Senhor Morto, em Salvador.
Em o mais seguro barco da ocasião, arrumou-se no melhor estilo, as santas imagens seguidas de vultosa e belíssima alfaia, com paramentos em damasco e linho.
No porto de Salvador com as velas esfunadas, com ventos Sul para o Norte, peritos navegadores atravessaram o barco a “meia Travessa” e rumaram para o estuário do rio Paraguaçu e pelo mesmo rio acima prosseguiram até ancorarem o barco em S. Felix, lado oposto ao do Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira.
Dia seguinte Pereirinha sempre no comando geral, arranjou varões dos melhores mastro para barcos e com assistência e ajuda de muitos cristãos de todas as raças, as imagens foram acomodadas em enormes redes anteriormente preparadas com o melhor tecido e com belíssimas franjas de linho. Suspensas nos varões compridos, oito homens fortes tomaram aos ombros cada imagem e iniciaram a viagem pelo agreste sertão adentro, rumando a Palmas de Monte Alto.
Pereirinha marchava à frente e, no povoado de João Amaro à margem do rio Paraguaçu, violento e insidioso paludismo o fez parar, em um “alto” indefinido. A comitiva reuniu, dialogou e decidiu retornar com o veterano Pereirinha à Cidade de Rosário do Porto, de Cachoeira onde já havia recursos de médico e de farmácia.
Essa peleja ele a perdeu, vindo a falecer em 13 de dezembro de 1742.
A abertura do Testamento de Francisco Pereira de Barros, foi feita na Vila de Nossa Senhora do Rosário do Porto de Cachoeira, por ter ele, Pereirinha falecido naquela
Freguesia. Diz: A quatorze de dezembro de mil setecentos e quarenta e dois, abri com testemunhas, etc.etc. Assina o Vigário Felipe Pinto de Aguiar, Manoel Ferreira Ganduva, João Alves de Brito e Laurêncio Antônio de Barros (…).
Com a morte e o sepultamento do grande Pereirinha a comitiva desfalcada e agora comandada por filhos, genros e escravos amigos, embora carregados de tristeza, resolveram retornar a jornada, subiram a serra “ganharam” o sertão até João Amaro.
Retomaram a viagem com as santas imagens, e pela estrada já descrita chegaram a Palmas de Monte Alto.
Por toda a região do baixio, correu a notícia da caravana se aproximando… e o povoado pequeno regorjitava de cristão curiosos.
Houve um misto de alegria e tristeza, pois nesta se fundamentava a falta do chefe, Pereirinha, e a alegria de verem e venerarem as santas imagens.
Foguetes e foguetões, fabricados no povoado, usando o salitre que entre as rochas da serra apanhavam, subiam e espoucavam no céu, o vento conduzido os seus ecos de alegria por quilômetros em derredor.
Saudade e emoções se misturaram na alegria do duplo tesouro ter chegado aquela terrinha. Santas imagens, beleza e arte unidas. Foi encontro difícil de ser narrado. O povo delirava, sorria e chorava.
Pereirinha teve a felicidade de deixar pronta a capela, mas não presenciou a sua inauguração
A capela de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, foi inaugurada a 20 (vinte) de julho de 1743, pelo Vigário de Santo Antônio Urubu (depois Rio Branco e atualmente Paratinga) sendo celebrante o Pe. João Barbosa Dantas.
A lei provincial nº 124 de 1840, elevou a Capela a dignidade de Freguesia de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, de Monte alto sendo também nesta data o Povoado elevado à categoria de Vila e sede do Município de Palmas de Monte Alto, com terras desmembradas de Macaúbas.
Em 1880, na primeira missão pregada em Monte Alto, os Padres Franciscanos após com entusiasmo de toda população ter-se fincado cruzeiro de aroeira nos pontos mais elevados que cercam a cidade, inventou-se construir nova Igreja, que além de ser mais ampla, fosse edificada na baixada, mais acessível as pessoas.
Toda população cooperou como pode e quatro anos decorrido, a grande nova Igreja estava coberta faltando somente: piso, aparelhagem e pintura das paredes, bem como assentar-se suas portas. Em 1884, estava a Igreja coberta onde pode celebrar missas, batizados etc.
Desentendimento infeliz chegou à Comissão e as obras foram paralisadas e para sempre. Abandonada, usurpadores de todos os quilates não faltaram em lhe tirar, telhas e madeiras e as paredes ainda desafiam as intempéries, as chuvas de todos os anos.
No principio da revolução de 1930, um grupo desconhecido, vindo não se sabe de onde aproveitando da confusão política reinante no país e ainda, por se achar em reconstrução uma parede lateral da Capela é que por isso mesmo, foi-se obrigado transladar as santas imagens para casa particular, na ocasião desocupada, no centro da cidade. A imagem da Padroeira, os sonhadores de tesouro avaliaram com a lenda de que na imagem, Pereirinha havia guardado um tesouro.
Crê-se que os malvados com puro intensão de roubar o suposto ouro, a deitaram no chão e com porretes de madeira verde quebraram a cabeça e o pescoço e assim verificaram ser apena um toro maciço.
Contratando com dificuldade, um artista escultor das Escola de Belas Artes do Rio de Janeiro, ela foi restaurada porem com algumas mudanças nos olhos e no pescoço.
A notícia do triste episódio ecoou pela cidade toda ao amanhecer do dia num grito de sentimento que deixou a população atônita. “Quebraaaaaram Nooooossaaaa Seeeennnhoooooraaaaa!
Na década de 30, a capela passou por uma mudança no seu corpo físico: a construção da torre que veio para lhe dar mais beleza e aspecto realmente de igreja vez que até então era apenas a nave a sacristia.
Nesse espaço de sete anos, foi construída a torre que marca a estrutura da igreja de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, sendo que a conclusão dessa obra se deu no dia 15 de outubro de 1937. Estava a igreja de Nossa Senhora mais bonita e renovada sua estrutura na trajetória da sua história, de Freguesia de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens em 1840, hoje Paróquia de Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, de Palmas de Monte Alto.
Após a inauguração da capela pelo Pe. João Barbosa Dantas, em 1743, é grande o número de Padre que residiram, passaram ou visitaram esta Paróquia. De 1904 até nossos dias, vários padres de congregações diferentes estiveram aqui. Durante os anos que seguiram, de 1743 a 1904, desconhecemos a passagem ou visitas de padres aqui.
De 1904 a 1907 – Vigário Leão
1907 a 1908 – Padre Luiz Pinto Bastos
1908 a 1912 – Padre Custódio Rodrigues Bandeira
1912 a 1918 – Padre Manoel do Vale Oliveira
1918 a 1919 – Padre Antônio Manoel da Rocha
1919 a 1920 – Cônego Vicente Francisco de Jesus
1920 a 1921 – Padre Altino Freire do Espirito Santo
1922 a 1929 – Padre Carlos Falcone
1929 a 1931 – Padre Sátiro Costa
1931 a 1938 – Padre Carlos Falcone
1938 a 1951 – Padre Liberato Geraldo Fagundes
1951 a 1953 – Padre Macário Maia
1953 – Padre Sátiro Costa
1953 a 1962 – Padre Raimundo Evangelista Leite de Souza
1962 – Padre Celestino de Oliveira Pinheiro
1962 a 1965 – Padre João Willy Gondin
1965 a 1977 – Padre Carmelo Scolaro
1977 – Padre Barone Francisco
1977 a 1979 – Padre Roque Chassot
1979 a 1981 – Padre José Menon
1981 a 1982 – Padre Egídio Menon
1982 a 1984 – Padre José Menon
1984 a 1985 – Padre Martinho Fagonel
1985 a 1986 – Padre José Menon
1986 a 1987 – Padre Itamar Alves Pereira
1987 a 1991 – Padre Ademar Cardoso Neves
1991 a 1997 – Padre Dacílio Ferreira Dantas
1997 a 1998 – Padre Miguel Mahoney
1998 a 2002 – Padre Alfredo Rosener e Padre José Roberto Furtuoso Medeiros
2003 a 2004 – Padre Alfredo Rosener e Padre Gino
2004 a 2006 – Padre Miguel Mahoney
2006 – Padre Alfredo Rosener e Padre Nilson
2007 a 2014 – Padre Patrick Francis O´Neil e Padre José Maria da Silva
2008 – Padre Eduardo Bellote “subs. De Padre José Maria”
2015 a 2017 – Padre Arnaldo Josias da Silva
2018 a 2022 – Padre José Maria da Silva
2022 a 2023 – Padre Renivaldo de Souza
2023 – Padre Sandro Alves Teixeira Lima
2025 – Diácono Ramon Pinheiro da Rocha
Em 2023, também chegaram à paróquia a Congregação das Irmãs Pequenas Filhas de São José, que hoje formam comunidade as Irmãs: Ana Maria de Castro, Roselvira Baú, Margarete Kariuki e Maisa Fernandes Félix. Em 2025 chegou nessa paróquia, ainda como Seminarista, o Diácono Ramon Pinheiro da Rocha, onde realizou a sua etapa final da Síntese Vocacional.
A Paróquia Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens foi sede de muitas visitas importantes de Bispos Diocesano, especialmente no ano de 2013, com o Centenário da Diocese com a visita pastoral de Dom. Ricardo e visita de Superiores Maristas. Sendo hoje Dom José Roberto Silva Carvalho, Bispo da Diocese de Caetité. Também tivemos celebrações que marcam a sua história, como os Votos Perpétuos de Pe. José Maria, a ordenação do Pe. Arnaldo e do Pe. Renivaldo e a Profissão de Ir. Rosania.
No ano de 2012 deu inicio ao Projeto de Restauração das Imagens, a construção da via Sacra e a ideia de se esculpir uma réplica da imagem da Padroeira. Em 2013 foi inaugurada a obra da via Sacra com a benção Bispo Diocesano. E em 2015, deu inicio ao Projeto de Peregrinação da Réplica.
Em 2017 as imagens foram restauradas em Minas Gerais tendo como artista do restauro o Sr. Carlos Magno de Araújo.
O trabalho de evangelização cresceu e se desenvolveu com o empenho de todos. Hoje, a Matriz está em preparação para se tornar o primeiro Santuário Diocesano, Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens, Rainha do Sertão, e faz parte do Vicariato, que é formado por 12 paróquias. Nosso Vicariato leva o nome de Nossa Senhora Rainha do Sertão, em referência à Nossa Senhora Mãe de Deus e dos Homens. Atualmente, esta paróquia vem sendo a sede do Vicariato, sendo o Padre Sandro Lima o Vigário.
Também cresceu o número de pastorais e movimentos na Paróquia e hoje temos o Apostolado da Oração movimento criado em 1946, e outros como: Mãe Rainha, RCC, OVM, Terço dos Homens, bem como as Pastorais: Familiar, da Catequese, da Criança, do Dizimo, da Liturgia, a Pascom e Coroinhas.
No dia 12 de abril de 2011 foi criado nesta Paróquia o Grupo de Leigos Maristas de Palmas de Monte Alto. Tais como, Caridade, MECES, também foram criados.
Palmas de Monte Alto, uma das cidades mais antiga da região, tem sua história marcada pela sua origem: Cidade nascida fé.
Referência: Autos do Encapelados, Autos do Inventario. História; Formação e vida de Palmas de Monte Alto – de Waldermar Teixeira de Moura.
IGREJA DE NOSSA SENHORA: Representada pelos riscos, é a Igreja Mãe da Paróquia localizado no alto da colina
SERRA:
Além de compor o cenário, mostra que a Igreja é a porta de entrada para a Serra dos Montes Altos, simbolizando também o Cruzeiro
CÉU AZUL:
Por ser típico da região e lembra o manto de Nossa Senhora
Autoria: João Pedro
GLÓRIA A TI Ó RAINHA DOS ANJOS, MÃE DOS HOMENS E DA CARIDADE RECEBEI RODEADA DE ARCANJOS OS LOUVORES DA NOSSA CIDADE.
Refrão: HOJE NESTE GRANDE DIA, AOS VOSSOS PÉS COM FERVOR PROSTRAMOS COM ALEGRIA, ENTUSIASMO E AMOR.
SALVE, SALVE Ó MÃE DE JESUS, NOSSO REI E NOSSO SALVADOR, QUE POR NÓS PERECEU NUMA CRUZ, NOS REMIDOS POR SEU GRANDE AMOR.
ALMA HERÓICA VIRIL DESTE POVO, NAS PROCELAS SOMBRIAS DO SEU GRANDE AMOR, COMO A AVE QUE VOA DE NOVO, SEMPRE ABRISTES TEU SEIO DE AMOR.
SALVE, SALVE Ó MÃE DE JESUS, NESTE DIA DE GRANDE UNIDADE, RECEBEI, VIRGEM, ESTA HOMENAGEM FERVOROSA DA NOSSA CIDADE.
Ó VIRGEM VENERÁVEL, PROTETORA DO NOSSO SERTÃO, AMPARE SEUS FILHOS E NOSSA CIDADE E NOS GUARDE EM VOSSO CORAÇÃO.
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Ó VIRGEM VENERÁVEL, PROTETORA DO NOSSO SERTÃO, AMPARE SEUS FILHOS E NOSSA CIDADE E NOS GUARDE EM VOSSO CORAÇÃO.
DO ALTO DA COLINA SANTUÁRIO DE FÉ E ALEGRIA
ROGA A DEUS POR NÓS O DOCE VIRGEM MARIA. (2x)
SANTA!SANTA! SANTA!
NOS CONDUZA A LUZ, HUMILDEMENTE PEDIMOS, MÃE DO CRISTO JESUS, MÃE DA PROVIDÊNCIA DO CARISMA MÃE DO AMOR, MÃE DE DEUS E MÃE DOS HOMENS, MÃE DO SALVADOR.
ÉS MAJESTADE DO MEU CORAÇÃO, ÉS NOBRE SENHORA, RAINHA DO NOSSO SERTÃO.
AVE MARIA
AVE MARIA
Virgem Imaculada, Mãe de Deus, ó Maria, vós que inflamais de amor, cooperastes com vosso Filho Jesus Cristo no mistério da Redenção. Recebestes, em seus lábios, na dolorosa entrega de amor no alto do Calvário, a missão augusta de Mãe da humanidade. Protegei benigna a nós, vossos filhos e filhas, que, atraídos pela vossa bondade, se consagram-se ao Sagrado Coração do vosso Amado Filho, Nosso Senhor Jesus Cristo, pelo vosso Imaculado Coração de Mãe de Deus e de todo o povo cristão católico.
Pela vossa intercessão, pedimos a graça de… (pedir a graça que desejo alcançar). Sede em todo tempo e lugar, a guia segura de nossos passos, para que conservemos sempre fiéis às promessas que fizemos no dia do Batismo e as renovamos diante do altar do vosso Amado Filho.
Ó Maria, que no alto desta colina, a coroamos também como Rainha do Sertão, pedimos humildemente que, cobertos e conduzidos pelo vosso manto sagrado, sejamos fiéis discípulos missionários no caminho que, pela oração e esperança, nos conduza à salvação e à glória. Assim seja. Amém!