Nesta sexta-feira (06), aconteceu no Centro Pastoral Diocesano, em Caetité, a Assembleia do Conselho de Leigos, reunindo representantes das diversas instâncias da Diocese para um momento de escuta, reflexão e planejamento. O encontro teve inÃcio com a mÃstica, conduzida por Jucilene Neves, que favoreceu um clima de oração, unidade e abertura espiritual, preparando os participantes para vivenciarem o dia à luz da fé e do compromisso com a missão da Igreja.
Na ocasião, também foi realizada, em conjunto, a Assembleia da Cáritas Diocesana. Para o Pe. Osvaldino Barbosa, coordenador da entidade na Diocese de Caetité, o momento foi uma novidade e um testemunho de sinodalidade e pastoral de conjunto. “A espiritualidade e a parte de reflexão com leitura da realidade e sÃntese da Exortação Apostólica “Amoris Laetitia” aconteceram com os dois públicos juntos, e na parte da tarde as oficinas de planejamento foram realizadas em separado, uma oficina do CDL e outra da Cáritas Diocesana para seus respectivos planejamentos”, destacou o padre.

Em seguida, Robério Aires, de Aracatu, realizou a introdução, apresentando de forma clara e dinâmica a metodologia e a dinâmica da assembleia, orientando os trabalhos e objetivos do encontro. Na sequência, foi feita a leitura da realidade à luz da Campanha da Fraternidade, proporcionando um olhar crÃtico e esperançoso sobre os desafios pastorais vividos nas comunidades. Ainda pela manhã, o Padre Bruno Araújo Porto conduziu uma rica sÃntese da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, destacando a centralidade da famÃlia, do amor e da misericórdia como caminhos fundamentais para a ação evangelizadora.
No perÃodo da tarde, o Conselho de Leigos se reuniu com representantes do Conselho Pastoral Diocesano, promovendo momentos de partilha e escuta entre as instâncias. Cada grupo teve a oportunidade de elaborar seu próprio planejamento, respeitando as realidades locais e fortalecendo a comunhão diocesana.
A assembleia foi marcada pelo espÃrito sinodal, pela corresponsabilidade laical e pelo compromisso de seguir construindo uma Igreja viva, participativa e em saÃda, fiel ao Evangelho e atenta aos sinais dos tempos.