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[Artigo] Confiar para construir nova história

09-11-2016 | Por Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

"E a única força que nos anima é esta: “Deus vai providenciar”."

“E a única força que nos anima é esta: “Deus vai providenciar”.”

Quando lemos Gênesis, 22, estamos diante da maior prova de fé de Abraão. Os estudiosos afirmam que o episódio do sacrifício de Isaac serviu de base para que o povo de Deus jamais admitisse sacrifícios humanos. Disso aprendemos que a vida é dom de Deus, mas isso não significa que Ele exija para si a vida de suas criaturas, nem no passado, nem no presente.

O trecho em questão não quer justificar leis ou costumes adotados pelo povo de Deus ao longo da história. Ele é, isso sim, o melhor retrato da pessoa que crê em meio à escuridão da vida. O versículo 1 afirma que “Deus pôs Abraão à prova”, sem contudo avisá-lo de que se tratava de prova. E o teste de Abraão é o mais duro possível: Isaac, segundo o versículo 2, é seu filho único e Abraão o ama muito.

Abraão havia sido convocado a deixar o passado, confiando na promessa daquele que o chamou, prometendo-lhe terra e descendência. Isaac é filho dessa promessa e, ao mesmo tempo, é a esperança do futuro. Abraão é chamado a renunciar também ao futuro, devolvendo a Deus o dom da promessa. Assim acabam todas as seguranças para o velho patriarca. Deus age desse modo porque somente Ele é segurança, Ele que se mantém fiel até o fim. Passando pela prova, Abraão amadurece na fé, tornando-se construtor de nova história e pai de um povo que irá perpetuar sua memória e ações em outros tempos e lugares.  Leia mais »

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Notícias

Dom Alberto: vida a serviço do Reino de Deus

13-04-2016 | Por Luan Vinicius Ferreira/PASCOM

Neste mesmo dia, há um ano, o Bispo Emérito de Caetité, Dom Alberto, partia para a morada eterna. Hoje, relembramos uma matéria publicada no Jornal Diocesano A CAMINHO contando um pouco da sua história.

Dom Alberto Guimarães Rezende. Foto: Thiago Jota

Dom Alberto Guimarães Rezende. Foto: Thiago Jota

No dia três de maio de 1926, na cidade de Uberaba, Minas Gerais, nascia Antônio Alberto Guimarães Rezende. Ainda menino, aos 15 anos, ingressou no Seminário da Ordem dos Estignatinos, em São Paulo, e foi ordenado padre em oito de dezembro de 1953. Missionário, viajou o Brasil e o mundo levando a palavra de Deus; padre, propagou o amor paternal; humano, esteve sempre atento às necessidades dos mais carentes. Vitima de um enfarto, Dom Alberto morreu aos 88 anos no último dia 13 de abril, em sua cidade natal; mas escolheu ser sepultado onde estava seu coração.

“Neste momento de gratidão, de saudade e de esperança, dependendo da fé e da prática cristã de cada um de nós, podemos interpretar a pessoa, a mensagem e o testemunho que Dom Alberto marcou em cada um, de muitas maneiras, mas sempre com admiração pela coerência evangélica e generosidade pastoral”, pontuou Dom Ricardo Guerrino Brusati – Bispo da Diocese de Caetité – durante sua homilia na missa de corpo presente de Dom Alberto na Catedral de Caetité.

Nomeado bispo e sagrado em Roma pelo Papa Paulo II em janeiro de 1982, Dom Alberto tomou posse da Diocese de Caetité em março do mesmo ano. Seminário desativado, falta de padres, problemas financeiros. Sua chegada à Diocese foi cheia de desafios. Havia apenas 12 padres para acompanhar 28 paróquias já existentes e com isso, por estradas sem asfalto, acompanhou pessoalmente quatro paróquias. Foram 13 anos de espera até que os primeiros padres – Osvaldino Barbosa e Cleonidio Alves da Silva – fossem ordenados, em 1995. Depois disso outros 14 padres foram ordenados por ele.  Leia mais »

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