MALHADA DE PEDRAS – SENHOR BOM JESUS
21-02-2018
Com presença da PM, Paróquia de Malhada de Pedras discute tema da Campanha da Fraternidade
DIOCESE
20-02-2018
Realizado, em Caetité, I Encontro da Escola Fé e Política
MALHADA DE PEDRAS – SENHOR BOM JESUS
19-02-2018
Formação prepara catequistas de Malhada de Pedras para o início das atividades da catequese
MORTUGABA – SÃO JOSÉ
15-02-2018
Paróquia de Mortugaba realiza estudo sobre a Campanha da Fraternidade 2018
HORÁRIO DE MISSA

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Juramento de 40 novos recrutas da Guarda Suíça

05-05-2017 |

Juramento de 40 novos recrutas da Guarda Suíça


Cidade do Vaticano (RV) –  Quarenta novos recrutas da Guarda Suíça Pontifícia prestarão juramento este sábado, no Pátio São Damaso.
A data recorda a morte de 147 guardas caídos na defesa do Pontífice, durante o Saque de Roma de 1527.
Este grupo de recrutas participou de um novo modelo de formação adaptado às exigências dos tempos atuais, que incluiu o treinamento durante um mês no Centro de Treinamentos da Polícia do Cantão suíço de Ticino, em Isone, antes do curso realizado no Vaticano.
A cerimônia será presidida por Monsenhor Paolo Borgia, assessor para a Secretaria de Estado. Representando as autoridades suíças, estará presente a Presidente da Confederação Helvética Doris Laufhard e o Presidente do Conselho dos Estados, Ivo Bischofberger
Também tomarão parte na cerimônia uma delegação do Governo do Cantão de Obwald, guiada pelo Presidente Franz Enderli e pelo Presidente da Conferência Episcopal, Dom Charles Morerod.
O juramento será precedido por uma concelebração Eucarística presidida pelo Cardeal Gerhard Ludwig Müller, Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, no altar da cátedra da Basílica de São Pedro. A celebração terá início às 7 horas e será animada pelo grupo musical Jodlerklub Flüeli-Ranft.
Na tarde desta sexta-feira, na Igreja de Santa Maria da Piedade, no Campo Santo Teotônico, serão celebradas as Vésperas. Após, terá lugar a cerimônia de colocação de uma coroa de flores na Praça dos Protomártires romanos, em memória dos 147 guardas mortos em 1527. (JE)
(from Vatican Radio)

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Apresentada a visita pelo centenário das aparições marianas e a canonização dos pastorinhos – Francisco peregrino em Fátima

05-05-2017 |

Apresentada a visita pelo centenário das aparições marianas e a canonização dos pastorinhos – Francisco peregrino em Fátima
O que o Papa
realiza nos dias 12 e 13 de maio em Fátima, por ocasião do centenário das
aparições da Virgem na Cova da Iria e para a canonização dos dois pastorinhos
Francisco e Jacinta Marto, não será uma viagem apostólica, mas uma
peregrinação. O Pontífice não chegará à capital, Lisboa, mas à base aérea de Monte Real. Aqui será
recebido pelo presidente da República, com o qual terá um encontro particular,
mas além deste momento e de um breve encontro com o primeiro-ministro português
na manhã do dia 13 na casa Nossa Senhora do Carmo em Fátima, o resto do
programa, concentrado em menos de 24 horas, será todo mariano.Esta peculiaridade
foi sublinhada na manhã de sexta-feira pelo diretor da Sala de Imprensa da
Santa Sé, Greg Burke, no briefing de apresentação no qual participaram Carmo
Rodeia, diretora da comunicação do santuário mariano, e o padre Nuno Rosário
Fernandes, diretor da comunicação do patriarcado de Lisboa. Portanto, a oração
e a ação de graças serão centrais nesta viagem a Portugal, 28º país visitado
pelo Papa em 19 viagens fora da Itália. Em Fátima, Francisco pronunciará três
discursos e recitará uma oração, falando sempre em português.Durante os dois
dias prevê-se a presença de centenas de milhares de fiéis – a esplanada do
santuário pode conter até seis mil pessoas – que virão dos cinco continentes
através de cem peregrinações organizadas. Os mais numerosos, além de Portugal,
chegarão da Espanha e da Itália. Mas alguns virão também da China, Coreia e
Japão. Por enquanto está prevista a presença de oito cardeais, setenta e um
bispos, dois mil sacerdotes e alguns chefes de Estado. Francisco – que será
acompanhado, entre outros, pelos cardeais portugueses Saraiva Martins e
Monteiro de Castro – será o quarto Papa peregrino em Fátima. O primeiro foi, no
cinquentenário das aparições, Paulo VI. João Paulo II esteve lá três vezes: em
1982, em 1991 e em 2000. Por fim, Bento XVI visitou o santuário em 2010.

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Novo apelo do Papa pela Síria – Caminhos de reconciliação e de bem

05-05-2017 |

Novo apelo do Papa pela Síria – Caminhos de reconciliação e de bem
Com o pensamento
dirigido à Síria, mas também ao Egito visitado recentemente, ao Iraque e à
Terra Santa, o Papa relançou na sexta-feira, 5 de maio, o seu apelo de paz a
fim de que nas áreas de conflito «se abram caminhos de reconciliação e de bem». Em dois momentos distintos Francisco fez referência ao drama da população
síria, em particular das minorias cristãs: inicialmente durante a missa
matutina em Santa Marta, quando ao falar da conversão do apóstolo das Gentes a
caminho de Damasco – a capital da nação devastada pela guerra desde há mais de
seis anos – recordou a perseguição de Saulo contra os seguidores de Cristo
«homens e mulheres». Com uma triste consideração sobre a dramática atualidade:
«pelo menos, deixava vivas as crianças: hoje, nem sequer isto». Ainda mais
explícita foi a referência no discurso dirigido à comunidade do Pontifício
colégio Pio romeno. Dado que a estrutura hospeda também estudantes sírios, o
Pontífice garantiu que pensa constantemente «na situação na qual se encontram
muitas famílias que se veem obrigadas a abandonar a casa face ao abater-se de
vagas de violência e de sofrimento», invocando para eles «o dom pascal da paz».

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Conservar a memória e cultivar a esperança – Papa ao Colégio Pio Romeno

05-05-2017 |

Conservar a memória e cultivar a esperança – Papa ao Colégio Pio Romeno


uns 40 membros da Comunidade Pontifícia do Colégio Pio Romeno de Roma, por ocasião dos 80 anos de fundação deste Colégio.
Nas palavras que lhes dirigiu, Francisco recordou-lhes que o caminho que estão a percorrer insere-se numa história que os precede e que está ao mesmo tempo “grávido de expectativas para o futuro da Igreja greco-católica romena”. Por isso, desejou-lhes duas coisas: “proteger a memória e cultivar a esperança” .
No que toca à memória, o Papa recordou que esse Colégio surgiu num período de desenvolvimento das Comunidades católicas orientais. Mas depois vieram a trágicas vicissitudes da persecução ateísta, seguidas do belo renascimento nos últimos anos e de novos desafios. Uma história que teve grandes testemunhos da fé, uma história de invernos rígidos e primaveras florescentes que é preciso conservar sem, todavia, permanecer ancorados no passado – disse-lhes o Papa. Para Francisco o que é necessário é “uma memória evangélica viva” que abrace uma história maior do que nós e permaneça sempre aberta à acção do Espírito Santo.
O Papa convidou-os a colherem a oportunidade dos anos de estudo em Roma para tornarem mais robusta a sua memória eclesial e a não se deixarem levar pela mediocridade, ou por uma vida normal sem desafios, sem elã, sem ardor.
 
“Antes pelo contrário, estimulados pelos exemplos dos vossos grandes testemunhos de fé, aspirai a um ministério assente no calor do Evangelho que tenha o sabor forte e genuíno do dom. Um pastor (…) não pode descer a pacto com uma vida medíocre ou  adaptar-se às situações sem nada arriscar. O vosso Colégio seja cada vez mais um “ginásio” onde treinar-se a doar a vida com disponibilidade; os vossos estudos sejam instrumentos de serviço para a Igreja. Conservar, portanto,  a memória não é simplesmente  recordar o passado, mas lançar as bases par o futuro, para um advir de esperança”.
E há tanta necessidade de alimentar a esperança – disse o Papa, abordando o seu segundo desejo para os membros do Colégio Pio Romeno de Roma: cultivar a esperança. “Se a esperança reavivar os nossos olhos, veremos o que está escondido” – frisou Francisco que, para além desta frase de Santo Efrém, citou também os Actos dos Apóstolos que neste tempo pascal mostram como uma Igreja que vive com confiança no Ressuscitado não perde nunca de vista a esperança.
“Desejo que a vossa casa seja um cenáculo onde o Espírito plasme missionários de esperança, pastores contagiosos da presença do Ressuscitado, corajosos na criatividade e nunca desencorajados perante os problemas e a falta de meios. O Espírito Santo suscite em vós também o desejo de procurar e promover, com coração purificado, o caminho da concórdia e da unidade entre todos os cristãos” .
E Francisco concluiu com uma saudação também aos estudantes do Pontifício Colégio de Santo Efrém que acompanhavam os do Colégio Romeno, e sublinhou que o seu pensamento ia para a situação de tantos fiéis das suas terras, tantas famílias que são obrigadas a abandonar as próprias casas perante as vagas de violência e de sofrimento. E disse desejar abraçar de modo especial esses irmãos e irmãs, juntamente com os seus Patriarcas e Bispos. Finalmente invocou a paz e a esperança para eles. 
(from Vatican Radio)

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Papa Francisco recebe convite para visitar o Líbano

05-05-2017 |

Papa Francisco recebe convite para visitar o Líbano


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu em audiência esta sexta-feira (05/05) o Patriarca maronita Bechara Boutros Rai.
O Patriarca veio a Roma para participar da Plenária da Secretaria para a Comunicação, que se conclui esta sexta. Antes de embarcar, no aeroporto de Beiture, Boutros Rai comunicou aos jornalistas que entregará ao Papa Francisco um convite oficial para visitar o Líbano em nome de todos os Patriarcas e Bispos católicos presentes no País dos Cedros.
Em junho de 2016, o sacerdote maronita Rouphael Zgheib, Diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias do Líbano, perguntou ao Pontífice quando realizaria uma visita apostólica ao país do Oriente Médio. Na ocasião, o Papa Francisco respondeu com outra pergunta: “E vocês, libaneses, quando elegerão um novo Presidente?”.
A vacância presidencial no País dos Cedros durou quase dois anos e meio, e os protocolos diplomáticos vaticanos excluem viagens papais a nações que vivem uma semelhante paralisação institucional.
Já 31 de outubro de 2016, o Líbano escolheu como novo Presidente o ex-general Michel Aoun, cristão maronita. O Presidente Aoun foi recebido pelo Papa Francisco no Vaticano em 16 de março passado. Depois do encontro com o Bispo de Roma, Aoun escreveu em sua conta no twitter que o Papa tinha expresso a sua vontade de visitar o Líbano, garantindo a sua constante oração pelo país. (BF/Agência Fides)
(from Vatican Radio)

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Papa: não aos rígidos de vida dupla, na Igreja é necessária a mansidão

05-05-2017 |

Papa: não aos rígidos de vida dupla, na Igreja é necessária a mansidão


Cidade do Vaticano (RV) – Também hoje, na Igreja, existem pessoas que usam a rigidez para encobrir os próprios pecados. Esta foi a advertência que o Papa Francisco fez na homilia da missa celebrada esta sexta-feira (05/05) na capela da Casa Santa Marta.

Comentando a Primeira Leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos, o Pontífice falou sobre a figura de São Paulo que, de rígido perseguidor, se tornou manso e paciente anunciador do Evangelho.
“A primeira vez que aparece o nome de Saulo – observou Francisco – é na lapidação de Estevão”. Saulo era um “jovem, rígido, idealista” e estava “convencido” da rigidez da Lei.
Não aos rígidos de vida dupla
Era rígido, comentou o Papa, mas “era honesto”. Ao invés, Jesus “teve que condenar os rígidos que não eram honestos”:
“São os rígidos de vida dupla: se mostram belos, honestos, mas quando ninguém os vê, fazem coisas feias. Ao invés, este jovem era honesto: acreditava nisso. Quando falo disso, penso em muitos jovens que caíram na tentação da rigidez, hoje, na Igreja. Alguns são honestos, são bons, devemos rezar para que o Senhor os ajude a crescer no caminho da mansidão”.
Francisco prosseguiu dizendo que outras pessoas “usa a rigidez para encobrir as fraquezas, pecados, doenças de personalidade e usam a rigidez” para se afirmar sobre os outros. O Papa observou que Saulo, crescido nesta rigidez, não pode tolerar aquela que para ele é uma heresia e, assim, começa a perseguir os cristãos. “Pelo menos – comenta o Pontífice com amargura – deixava as crianças vivas: hoje, nem isso”.
Saulo então vai a Damasco para capturar os cristãos e conduzi-los prisioneiros a Jerusalém. E no caminho há o encontro “com outro homem que fala com uma linguagem de mansidão: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’”.
De perseguidor, São Paulo se torna evangelizador
A criança, disse, “o rapaz rígido, que se fez homem rígido – mas honesto! – se fez criança e se deixou conduzir para onde o Senhor o chamou. A força da mansidão do Senhor”. Saulo se torna então Paulo, anuncia o Senhor até o fim e sofre por Ele:
“E assim, este homem da própria experiência prega aos outros, de uma parte a outra: perseguido, com muitos problemas, inclusive na Igreja, também teve que sofrer com o fato que os próprios cristãos brigassem entre si. Mas ele, que tinha perseguido o Senhor com o zelo da Lei, dirá aos cristãos: ‘Com o mesmo que se afastaram do Senhor, pecaram, com a mente, com o corpo, com tudo, com os mesmos membros agora sejam perfeitos, deem glória a Deus’”.
Que os rígidos sigam o caminho da mansidão de Jesus
“Existe o diálogo entre a suficiência, a rigidez e a mansidão”, disse o Papa. “O diálogo entre um homem honesto e Jesus que lhe fala com doçura”. E assim, destacou, “começa a história deste homem que conhecemos ainda jovem, na lapidação de Estevão, e que acabará traído por um cristão”. Para alguns, a vida de São Paulo “é uma falência”, assim como aquela de Jesus:
“Este é o caminho do cristão: ir avante pelos vestígios que Jesus deixou, vestígios da pregação, do sofrimento, da Cruz, da ressurreição. Peçamos a Saulo, hoje, de modo especial pelos rígidos que existem na Igreja; pelos rígidos-honestos como ele, que têm zelo, mas erram. E pelos rígidos hipócritas, os de vida dupla, aqueles aos quais Jesus dizia: ‘Façam o que dizem, mas não o que fazem’. Hoje, rezemos pelos rígidos”.
(from Vatican Radio)

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CNBB se posiciona sobre o grave momento nacional

05-05-2017 |

CNBB se posiciona sobre o grave momento nacional


Aparecida (RV) – A CNBB lançou a Nota Oficial sobre o momento atual, na tarde desta quinta,feira, 04 de maio, no encerramento de sua 55ª Assembleia Geral, do qual participaram cerca de 370 bispos do país. A Assembleia se realizou em Aparecida-SP, de 26 de abril a 5 de maio. Nesta sexta-feira o encerramento do evento.
O GRAVE MOMENTO NACIONAL
“Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e a sua justiça” (Mt 6,33)
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil–CNBB, por ocasião de sua 55ª Assembleia Geral, reunida em Aparecida-SP, de 26 de abril a 5 de maio de 2017, sente-se no dever de, mais uma vez, apresentar à sociedade brasileira suas reflexões e apreensões diante da delicada conjuntura política, econômica e social pela qual vem passando o Brasil. Não compete à Igreja apresentar soluções técnicas para os graves problemas vividos pelo País, mas oferecer ao povo brasileiro a luz do Evangelho para a edificação de “uma sociedade à medida do homem, da sua dignidade, da sua vocação” (Bento XVI – Caritas in Veritate, 9).
O que está acontecendo com o Brasil? Um País perplexo diante de agentes públicos e privados que ignoram a ética e abrem mão dos princípios morais, base indispensável de uma nação que se queira justa e fraterna. O desprezo da ética leva a uma relação promíscua entre interesses públicos e privados, razão primeira dos escândalos da corrupção. Urge, portanto, retomar o caminho da ética como condição indispensável para que o Brasil reconstrua seu tecido social. Só assim a sociedade terá condições de lutar contra seus males mais evidentes: violência contra a pessoa e a vida, contra a família, tráfico de drogas e outros negócios ilícitos, excessos no uso da força policial, corrupção, sonegação fiscal, malversação dos bens públicos, abuso do poder econômico e político, poder discricionário dos meios de comunicação social, crimes ambientais (cf. Documentos da CNBB 50– Ética, Pessoa e Sociedade – n. 130)
O Estado democrático de direito, reconquistado com intensa participação popular após o regime de exceção, corre riscos na medida em que crescem o descrédito e o desencanto com a política e com os Poderes da República cuja prática tem demonstrado enorme distanciamento das aspirações de grande parte da população. É preciso construir uma democracia verdadeiramente participativa. Dessa forma se poderá superar o fisiologismo político que leva a barganhas sem escrúpulos, com graves consequências para o bem do povo brasileiro.
É sempre mais necessária uma profunda reforma do sistema político brasileiro. Com o exercício desfigurado e desacreditado da política, vem a tentação de ignorar os políticos e os governantes, permitindo-lhes decidir os destinos do Brasil a seu bel prazer. Desconsiderar os partidos e desinteressar-se da política favorece a ascensão de “salvadores da pátria” e o surgimento de regimes autocráticos. Aos políticos não é lícito exercer a política de outra forma que não seja para a construção do bem comum. Daí, a necessidade de se abandonar a velha prática do “toma lá, dá cá” como moeda de troca para atender a interesses privados em prejuízo dos interesses públicos.
Intimamente unida à política, a economia globalizada tem sido um verdadeiro suplício para a  maioria da população brasileira, uma vez que dá primazia ao mercado, em detrimento da pessoa humana e ao capital em detrimento do trabalho, quando deveria ser o contrário. Essa economia mata e revela que a raiz da crise é antropológica, por negar a primazia do ser humano sobre o capital (cf. Evangelii Gaudium, 53-57). Em nome da retomada do desenvolvimento, não é justo submeter o Estado ao mercado. Quando é o mercado que governa, o Estado torna-se fraco e acaba submetido a uma perversa lógica financista. Recorde-se, com o Papa Francisco, que “o dinheiro é para servir e não para governar” (Evangelii Gaudium 58).
O desenvolvimento social, critério de legitimação de políticas econômicas, requer políticas públicas que atendam à população, especialmente a que se encontra em situação vulnerável. A insuficiência dessas políticas está entre as causas da exclusão e da violência, que atingem milhões de brasileiros. São catalisadores de violência: a impunidade; os crescentes conflitos na cidade e no campo; o desemprego; a desigualdade social; a desconstrução dos direitos de comunidades tradicionais; a falta de reconhecimento e demarcação dos territórios indígenas e quilombolas; a degradação ambiental; a criminalização de movimentos sociais e populares; a situação deplorável do sistema carcerário. É preocupante, também, a falta de perspectivas de futuro para os jovens. Igualmente desafiador é o crime organizado, presente em diversos âmbitos da sociedade.
Nas cidades, atos de violência espalham terror, vitimam as pessoas e causam danos ao patrimônio público e privado. Ocorridos recentemente, o massacre de trabalhadores rurais no município de Colniza, no Mato Grosso, e o ataque ao povo indígena Gamela, em Viana, no Maranhão, são barbáries que vitimaram os mais pobres. Essas ocorrências exigem imediatas providências das autoridades competentes na apuração e punição dos responsáveis.  
No esforço de superação do grave momento atual, são necessárias reformas, que se legitimam quando obedecem à lógica do diálogo com toda a sociedade, com vistas ao bem comum. Do Judiciário, a quem compete garantir o direito e a justiça para todos, espera-se atuação independente e autônoma, no estrito cumprimento da lei.   Da Mídia espera-se que seja livre, plural e independente, para que se coloque a serviço da verdade.
Não há futuro para uma sociedade na qual se dissolve a verdadeira fraternidade. Por isso, urge a construção de um projeto viável de nação justa, solidária e fraterna. “É necessário procurar uma saída para a sufocante disputa entre a tese neoliberal e a neoestatista (…). A mera atualização de velhas categorias de pensamentos, ou o recurso a sofisticadas técnicas de decisões coletivas, não é suficiente. É necessário buscar caminhos novos inspirados na mensagem de Cristo” (Papa Francisco – Sessão Plenária da Pontifícia Academia das Ciências Sociais – 24 de abril de 2017).
O povo brasileiro tem coragem, fé e esperança. Está em suas mãos defender a dignidade e a liberdade, promover uma cultura de paz para todos, lutar pela justiça e pela causa dos oprimidos e fazer do Brasil uma nação respeitada.
A CNBB está sempre à disposição para colaborar na busca de soluções para o grave momento que vivemos e conclama os católicos e as pessoas de boa vontade a participarem, consciente e ativamente, na construção do Brasil que queremos.
No Ano Nacional Mariano, confiamos o povo brasileiro, com suas angústias, anseios e esperanças, ao coração de Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil. Deus nos abençoe!
Aparecida – SP, 3 de maio de 2017.
Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB
Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger, SCJ
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB
Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB
 
 
(from Vatican Radio)

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Papa receberá em audiência Presidente Donald Trump

05-05-2017 |

Papa receberá em audiência Presidente Donald Trump


O Papa Francisco receberá em audiência o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na quarta-feira, 24 de maio, no Palácio Apostólico do Vaticano. A data do encontro entre os dois líderes foi confirmada no final da tarde desta quinta-feira pela Sala de Imprensa da Santa Sé.
Após o encontro com o Pontífice, o Presidente dos Estados Unidos manterá um colóquio com o Cardeal Secretário de Estado Pietro Parolin, acompanhado pelo Secretário para as Relações com os Estados, Arcebispo Paul Gallagher.
Trump será recebido pelo Santo Padre dois dias antes da reunião de cúpula que reunirá em Taormina (Sicília) os Chefes de Estado e de Governo do Grupo dos sete países mais industrializados do mundo (G7).
Durante a viagem de regresso a Roma, vindo do Egipto, no passado dia 29 de abril, Francisco havia reafirmado a sua disponibilidade em encontrar o Presidente norte-americano Trump: “O pedido oficial ainda não chegou à Secretaria de Estado, mas eu recebo todo Chefe de Estado que o pedir”, havia dito o Papa na ocasião. (BS/JE)
(from Vatican Radio)

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Aparecida: Assembleia dos Bispos chega ao fim

05-05-2017 |

Aparecida: Assembleia dos Bispos chega ao fim


Aparecida (RV) – Encerram-se nesta sexta-feira os trabalhos da 55ª Assembleia Geral da CNBB, no Santuário Nacional de Aparecida (SP). O último dia de atividades começou com a Santa Missa no Santuário, presidida pelo Presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, Dom Sérgio da Rocha.

Com a aprovação do texto do documento final do tema central da Assembleia sobre a iniciação à vida cristã, o texto agora será assumido como um documento oficial da CNBB.
O texto do tema central busca corresponder aos desafios pastorais identificados pela Igreja.
Ontem à tarde tivemos a coletiva de imprensa com a Presidência da CNBB: Dom Sergio da Rocha, Presidente; Dom Murilo Krieger, Vice-presidente; e Dom Leonardo Steiner, Secretário-Geral. Foi apresentado um balanço geral da 55ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil com a participação de cerca de 370 bispos. Apresentada também a nota sobre o Momento Atual com a análise da realidade política e econômica.
Aprofundado ainda ontem aspectos da Exortação Apostólica pós-sinodal do Papa Francisco, “Amoris Laetitia”, lançada dia 8 de abril de 2016 e a bênção das imagens de Nossa Senhora Aparecida que percorrerão as dioceses e regionais até o encerramento do Ano Nacional Mariano, em outubro.
Mas sobre os trabalhos desses dias em Aparecida nós pedimos um comentário final ao Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal, Orani Tempesta…
De Aparecida, SP, para Rádio Vaticano, Silvonei José.
(from Vatican Radio)

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MORTUGABA – SÃO JOSÉ

Em Mortugaba, OVM realiza trabalho que desperta vocações

04-05-2017 | Por Zé Padre/Pascom Mortugaba

Em Mortugaba, OVM realiza trabalho que desperta vocações

A Obra das Vocações e Ministérios (OVM) faz parte do Serviço de Animação Vocacional (SAV), que tem a missão de promover, incentivar e animar a variedade de vocações e ministérios que o Espírito Santo suscita na Igreja. Na Paróquia São José, em Mortugaba, o grupo é formado por 31 membros, 28 deles da comunidade sede e três dos bairros Santo Antônio e Igrejinha.

O grupo se reúne toda última quarta-feira de cada mês e é responsável pela Missa Vocacional ou Adoração ao Santíssimo que acontece nas quintas-feiras. Na paróquia, a OVM também evangeliza pelas ondas do rádio, com um programa na Mortugaba Fm (104,9), todas às sexta-feira, às 18h.

Para ajudar na formação de novos vocacionados, membros do grupo fazem a arrecadação de uma contribuição espontânea, doada com muito carinho, pelas famílias da comunidade.

Como fruto desse trabalho, a paróquia de Mortugaba está orgulhosa por tantos jovens mortugabenses atenderem ao chamado de Deus. Recentemente, um dos integrantes do grupo da OVM, o jovem Ramon Pinheiro da Rocha, foi para o seminário. Que Deus dê a ele perseverança para seguir, com determinação e fé, a missão escolhida.

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