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IUIÚ – SANTA LUZIA

Crianças de Iuiu participam da Primeira Eucaristia

07-11-2016 | Da Redação Pascom

No último domingo do mês de outubro, o momento foi de graça para crianças da Paróquia Santa Luzia, em Iuiu: crianças e jovens receberam a primeira eucaristia.

A celebração foi presidida pelo Pe. Alfredo Rosener, pároco de Iuiu. Nos olhos de cada criança estava presente o brilho e emoção de receber pela primeira vez o corpo e sangue de Cristo. Familiares, catequistas e a comunidade participaram deste importante momento da vida cristã destas crianças.

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Padre Antônio Meira inicia suas atividades pastorais em Piripá

07-11-2016 | Por Elenita Barbosa/Pascom Piripá

Semana de reconhecimento da nova casa paroquial para o Pe. Antônio

Semana de reconhecimento da nova casa paroquial para o Pe. Antônio

Após tomar posse como novo administrador da Paróquia Senhora Sant’Ana, em Piripá, no último dia primeiro, o padre Antônio Meira  deu início a sua missão na paróquia.

Nestes primeiros dias o Pe. Antônio tem se preocupado em conhecer a realidade da paróquia: pastorais, movimentos, comunidades rurais, famílias, etc. Em sua primeira semana na paróquia, presidiu a celebração dos fiéis defuntos (finados) e a celebração em honra ao Sagrado Coração de Jesus, um compromisso do apostolado da oração de toda primeira sexta-feira do mês.

Para conhecer ainda mais a realidade paroquial, durante toda manhã do último sábado, 5, se reuniu com o Conselho Pastoral Paroquial – CPP. Na oportunidade esteve com os animadores das comunidades rurais, membros de pastorais e movimentos.

Durante o CPP, Pe. Antônio deu orientações litúrgicas e procurou saber como a comunidade vem trabalhando o projeto diocesano de evangelização e ano extraordinário da misericórdia. Apresentou também a programação do mês de novembro e demonstrou muita animação em conhecer e animar as comunidades. A paróquia tem se mostrado contente com a disposição e compromisso do Pe. Antônio Meira.

Fotos: Antônio Marcos de Almeida/Pascom

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[Artigo] É possível ser Santo?

06-11-2016 | Por Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo de Belém do Pará

"Santidade é o caminho normal a ser percorrido pelo cristão."

“Santidade é o caminho normal a ser percorrido pelo cristão.”

Com frequência a Igreja oferece aos fiéis e a todo o mundo a figura do santo! Homens e mulheres de idades diversas e diferentes estados de vida viveram com heroísmo o Evangelho e se tornaram pontos de referência, como sinais privilegiados para suas respectivas épocas e para as gerações que se seguem. Seus feitos, suas palavras e seus nomes permanecem como imagens gravadas com fogo na história da humanidade. Sabemos que mesmo nações de tradição diferente do cristianismo se orgulham dos santos e santas que nelas deixaram suas marcas, especialmente os rastros da caridade vivida, já que um dos sinais de santidade é justamente o amor universal e desprendido, sem preconceitos ou discriminações.

Basta recordar a recente canonização da Santa Madre Teresa de Calcutá. E o nosso tempo tem sido rico de santidade, como homens e mulheres conhecidos diretamente pela nossa geração. São João Paulo II percorreu o mundo, visitou nosso país, comeu à nossa mesa, abraçou nossas crianças! E é santo! Ele mesmo, aqui no Brasil, afirmou categoricamente que nosso país precisa de muitos santos. Daí a pergunta, numa época de propaganda da maldade e da impureza, de banalização da verdade, corrupção dos costumes e tantas outras mazelas, é possível ser santo? Parece que a resposta deve ser dada por nós, cada um no confronto com os ideais assumidos em sua própria história.

Há santidade nas crianças. Deus nos fez para a inocência e não para a maldade. As orações que brotam singelas dos lábios dos pequeninos, preferidos de Jesus, a abertura com que se dispõem a conversar com o Senhor, a espontaneidade de seus sentimentos e a liberdade com que se colocam diante dos adultos, tudo indica que nos pequeninos, com os quais precisamos ser parecidos, se queremos entrar no Reino de Deus, é nada menos do que o projeto de Deus para todos, seja qual for a sua idade. Francisco e Jacinta, pastorinhos videntes de Nossa Senhora de Fátima, são reconhecidos como “confessores da fé”  Leia mais »

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[Artigo] Conflitos e verdades

05-11-2016 | Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

"Buscar o bem comum há de ser fundamento para a formulação de juízos, escolhas e definição de prioridades."

“Buscar o bem comum há de ser fundamento para a formulação de juízos, escolhas e definição de prioridades.”

As dinâmicas de construção e manutenção da sociedade estão inseridas nas tensões entre conflitos e verdades, de modo semelhante ao que ocorre nas relações familiares e pessoais. Há uma dimensão do conflito que é inevitável porque a verdade não é propriedade exclusiva de alguém. Alcançá-la é sempre tarefa árdua, que abrange o exercício interpretativo da realidade a partir do confronto de interesses, ponderações e de prioridades.  Importante é reconhecer que as pessoas estão permanentemente em busca da verdade e, por isso mesmo, ninguém pode reivindicar a sua propriedade. Assim, exige-se muita humildade nessa procura para que se viva a experiência indispensável do diálogo, com a imprescindível abertura para a atenta escuta. Essa é condição fundamental para se alcançar a verdade capaz de garantir, acima de tudo, o bem e a justiça.

Os processos de definição de prioridades, particularmente aqueles que podem promover as mudanças necessárias na vida social e política do povo, são complexos. Assim, não basta agarrar-se a posições – dizendo-se ser contra ou a favor de algo -, é preciso dialogar para se aproximar da verdade. Trata-se de exercício racional e espiritual que requer redobrada atenção de todos, com o objetivo de superar conflitos que sempre se desdobram em prejuízos. Males que incluem as guerras, disputas ferrenhas pelo poder e as escolhas que privilegiam poucos, consolidando a injustiça contra os pobres. Nessa tarefa, indispensável é avaliar o lugar que se ocupa e, ao mesmo tempo, se perceber no lugar do outro, principalmente dos excluídos da sociedade. Ignorar essa atitude é perpetuar uma organização societária que desconsidera o abismo crescente entre ricos e pobres, os que podem muito e os que nada podem.  Leia mais »

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Guanambi: a Mãe Aparecida vem ao nosso encontro

04-11-2016 | Por Wicley Martins/Pascom Guanambi

Milhares de pessoas acolheram a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida

Milhares de pessoas acolheram a imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida

No último domingo, 30, a Paróquia Santo Antônio se alegrou com a chegada da Imagem Peregrina de Nossa Senhora Aparecida. Com uma programação intensa o povo de Deus presente na cidade de Guanambi (BA) demostra o carinho pela Mãe Aparecida e seu desejo de acolhê-la com alegria.

A imagem estava na paróquia de Matina e foi recebida às 07h30min na Comunidade Santa Terezinha, no bairro BNH. Ficou exposta durante o dia na capela para que os fiéis pudessem visita-la e contemplar os momentos da celebração da palavra, reza do terço e o momento mariano. Em seguida, às 18h30min, houve carreata em direção à Igreja Matriz, onde ocorreu a Celebração Eucarística com a presença de inúmeros devotos e fiéis da cidade e da região que se reuniram para celebrar esse momento de fé a Nossa Senhora Aparecida.  Leia mais »

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Pastorais sociais lançam nota de apoio à estudantes e à sociedade

04-11-2016 | Da Redação PASCOM

Entidades religiosas presentes na diocese de Caetité, Cáritas Regional Nordeste III e as Pastorais Sociais, reagem aos novos planos de Governo e lançam nota de apoio aos movimentos sociais, aos estudantes, e à setores fragilizados pela nova ordem política.

A nota chama o povo para a luta democrática e nos lembra que lutar não é crime! Enfatiza o momento político, econômico, socieal e ambiental vivido no país e se posiciona contra a PEC 55 – Proposta de Emenda à Contituição, antes chamada de PEC 241. Leia na integra.

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Novo pároco de Piripá é acolhido em celebração

03-11-2016 | Por Elenita Barbosa/Pascom Piripá

A paróquia Senhora Sant’Ana de Piripá, celebrou nesta terça–feira, dia 01, a acolhida do novo pároco: Padre Antônio Meira. A celebração foi presidida pelo administrador diocesano Pe. Gilvan e contou com a participação dos padres Manoel Queiroz, Mário, Noé, Osvaldino Barbosa, Rafael, Edson, Waldech e Pe. Jordano.

A paróquia, enquanto estava sem pároco, era administrada pelo Pe. Manoel Queiroz. A praça da matriz ficou lotada com a participação das comunidades da sede e da zona rural. Fiéis das paróquias de Brumado, Guanambi, Matina, Condeúba, Cordeiros e Tremedal também participaram da celebração.

Padre Antônio agradeceu a fraternidade da diocese expressa através do apoio, acolhida e amizade do padre Gilvan e se colocou a disposição da comunidade para servir. Em sua fala, padre Antônio manifestou alegria de ser conduzido pelo Espírito Santo e deixou claro que, além de pastor que conduz e orienta o rebanho, será um irmão que acaba de chegar na paróquia.

Fotos: Nacson Dias, Antônio Marcos, Pedro Mendes

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Morte, caminho de todos

02-11-2016 | Por Pe. Lely Oliveira

Finados

Finados

Disse Jesus: “Eu sou a ressurreição. Quem acredita em mim, ainda que morra, viverá. E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre” (Jo 11,25).

Prezados irmãos e irmãs, a Igreja hoje nos convida a rezar por nossos entes queridos, por todas as pessoas que já partiram desta vida, todos os nossos irmãos falecidos. Com os olhos da fé somos convidados a nos fortalecer em Jesus Cristo Nosso Senhor e contemplar a beleza da nossa vida.
Hoje queremos recordar das muitas pessoas que passaram por nossas vidas que já não se fazem presentes; amigos, familiares e tantas outras. Nós recordamos com dor de tristeza, mas também com tom de alegria, pois sabemos que, pela nossa fé estas pessoas se encontram acolhidas nos braços do nosso Deus Pai e criador. A vida que está em nós não nos pertence, mas pertence a Deus; Ele é o autor de toda criação, nele somos e nos tornamos vivos eternamente.

A morte é uma presença incômoda e trágica que deixa dor e um vazio enorme na vida daqueles que ficam. Com a morte finda a peregrinação terrestre, momento de fecharmos os olhos para esse mundo e abrirmos para a vida eterna em Deus. A morte assim como a vida é um mistério, morrer é parte integrante da vida, é natural. A vida é fugaz, muito breve, devemos vivê-la com intensidade.“O homem dura como a erva, floresce como flor campestre: roça-lhe um vento, e já não existe, seu lugar não volta a vê-la” (Sl 103,15-16). “O homem é semelhante a um sopro, seus dias, qual sombra que passa”(Sl 144,4).

Jesus, por sua vez, passou pelo crivo da morte nos deu vida pela sua ressurreição. Hoje morrem milhares de pessoas em circunstâncias diversas. É muito triste quando sabemos que pessoas procuraram a morte, em vez de viver a vida. Todos os dias deparamos com situações de morte que nos desconforta, nos machuca e nos deixa em pânico. Para quem espera e tem fé em Deus mesmo com a dor da perda consegue superar. O que importa para nós é a vida, para que sermos indiferentes com as pessoas se o nosso fim último é a morte? Não somos os donos da vida, e nem devemos querer segurá-la; mas temos que enfrentar cientes e conscientes de que ela virá, seja hoje ou amanhã, pode tardar, mas ninguém está livre da morte. É por isso que devemos nos preparar a nossa vida para morrermos em paz no Senhor. Quem não prepara a sua vida, até mesmo para morrer, sofrerá a dor. Sofremos com os nossos pecados, e estes nos leva à morte. Deus é um Deus da vida que tem misericórdia e nos liberta; a morte não é mais forte do que o amor e a misericórdia de Deus, enquanto somos seres humanos frágeis, Deus é forte o suficiente para transformar a nossa vida cadente que finda no crepúsculo da morte.

A liturgia de hoje nos lembra que em Cristo seremos salvos, libertos do fascínio da morte. Cristo é a nossa esperança aquele que nos consola e nos dá vida plena isso podemos perceber no livro de Jó; Jó confiante em Deus tem esperança de receber a vida e contemplar com seus olhos o rosto do Pai misericordioso.

A carta endereçada à comunidade dos romanos quer nos motivar para a esperança em Deus; esperança que não decepciona, pois o seu amor foi derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo que nos foi dado. Paulo diz que quando éramos fracos, ou seja, pecadores Cristo morreu pelos ímpios. A prova de que Deus nos ama infinitamente; amor verdadeiro incondicional. Cristo morreu e agora fomos justificados pelo seu sangue. Sua ressurreição é o motivo de acreditarmos na bendita esperança da vida plena.

O desejo de Deus é que creiamos em Jesus e nele tenhamos a vida eterna. Todos nós fomos confiados a Cristo para dele recebermos a vida. Jesus diz que a vontade do Pai que lhe enviou é que Ele não perca nenhum, que estes ressuscitem no último dia. Jesus é o nosso caminho que nos leva até Deus. Ele é o caminho que nos direciona para a vida em Deus. Ele nos acolhe com misericórdia e amor e não nos afasta, pois desceu do céu não para fazer a sua vontade, e sim a do Pai.

Irmãos e irmãs, rezamos pelos falecidos e confiamos em Deus com o coração cheio de esperança para alcançarmos a vida eterna.
Motivados pela Palavra de Deus, peçamos que a luz do alto ilumine os nossos corações feridos e dolorosos pela ausência dos que partiram dessa vida, recordamos com saudade e lembrança; que Deus conforte a dor da ausência.

Nossa vida não é tirada, mas transformada. Pela morte nós contemplamos a Deus entramos em comunhão plena. O luto cristão para quem aceitou Deus e confiou plenamente a morte não é um caminhar para o nada, mas para o aconchego dos braços de Deus; nós cristãos recordamos os defuntos como “pobres mortos”, mas como aqueles que vivem na presença de Deus e que nos esperam no céu. É natural que no luto sintamos tristes, desolados, muitas vezes sem esperança; sabemos que “perder alguém” que amamos não é nada fácil.

Pequena história para refletir:

Um monge foi visitado pelo anjo da morte, avisando-o que sua morte tinha chegado. Mas ele argumentou com o anjo: Tem que ser agora? Estou cuidando da horta da comunidade. Se eu for embora, o que os irmãos vão comer? O mensageiro resolveu deixar a missão para outra hora. Dias depois voltou, enquanto o monge cuidava das crianças da comunidade. Houve outra negociação, e o anjo adiou a morte do monge para outro momento. Voltou pela terceira vez, um mês depois, e encontrou-o tratando carinhosamente de um doente grave. Dessa vez, nem se falaram. O monge somente fez um gesto, mostrando a situação, e o anjo foi embora. Anos se passaram. Continuou o servo de Deus os seus trabalhos. Tornou-se velho e fraco e começou a desejar a morte. Que alívio! Pensei que estava zangado com meus pedidos de adiamento, e que não me levaria mais para a vida eterna, junto de Deus. O anjo sorriu e explicou: Eu só vou completar o finalzinho do seu trajeto. Você já estava entrando na vida eterna quando servia seus irmãos.

“Pois vou preparar-vos um lugar, e quando eu me for e vos tiver preparado um lugar, virei novamente e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais vós também” (Jo 14,2-5).

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Em saudação, CNBB acolhe monsenhor José Roberto Carvalho

26-10-2016 | CNBB

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

Conferência Nacional dos Bispos do Brasil

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou saudação ao monsenhor José Roberto Silva Carvalho, nomeado pelo papa Francisco, nesta quarta-feira, dia 26, para a diocese de Caetité (BA). No texto, assinado pelo bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner, o novo bispo é acolhido “com esperança no seio do nosso episcopado”. Para a CNBB, a trajetória de evangelizador no interior do Brasil “já o qualifica de modo muito especial para abraçar, com entusiasmo, essa nova missão que a Igreja lhe confia”.

Leia na íntegra:

Saudação da CNBB a Monsenhor José Roberto Silva Carvalho

Prezado Irmão.

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta sua alegria e o acolhe com esperança no seio do nosso episcopado. A trajetória de evangelizador no interior do Brasil já o qualifica de modo muito especial para abraçar, com entusiasmo, essa nova missão que a Igreja lhe confia. O pastoreio da Diocese de Caetité (BA) é, certamente, um desafio que se torna ainda mais belo ao ser iluminado pela Palavra do Senhor no diálogo com Pedro: “’Simão, filho de João, tu me amas? ’. Pedro respondeu: ´Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo´. Jesus lhe disse: ´Apascenta as minhas ovelhas`” (Jo 21, 17).

A dedicação vivenciada na formação do clero por 15 anos também é um elemento significativo para a nova missão porque lhe aguarda agora de acompanhar e confirmar seus presbíteros na caminhada ministerial. E, claro, a vasta experiência paroquial o deixa em condições favoráveis, de algum modo, para o governo, o ensino e a santificação do povo de Deus.

A Diocese para a qual o Santo Padre o envia é uma preciosidade no Centro-sul do Estado da Bahia. Em seus mais 35 municípios divididos em 33 paróquias reunidas em 5 zonas pastorais, mais de meio milhão de pessoas aguardam sua presença e seu cuidado

Desejamos que seu pastoreio seja feliz e que a sua ação evangelizadora seja fecunda. E, por fim, saudamos sua chegada com uma palavra inspiradora do Papa Francisco, pronunciada no início do mês passado e dirigida aos novos bispos que participaram de um seminário para a evangelização dos povos: “Eu os encorajo a encontrar também as ovelhas que ainda não pertencem ao ovil de Cristo: de fato, a evangelização está essencialmente ligada à proclamação do Evangelho aos que ainda não conhecem Jesus Cristo ou que sempre o rejeitaram”.

Em Cristo,

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília (DF)
Secretário Geral da CNBB

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Papa Francisco nomeia Bispo para a Diocese de Caetité

26-10-2016 | Por Luan Ferreira/PASCOM

Foto: Bom Jesus notícias

Foto: Bom Jesus notícias

Foi divulgada na manhã de hoje, 26, a nomeação do novo bispo da Diocese de Caetité. Na missa realizada hoje pela manhã na Catedral de Caetité, o Padre Gilvan Pereira, atualmente administrador Diocesano, anunciou monsenhor José Roberto Silva Carvalho como o novo bispo da Diocese de Caetité.

Monsenhor José Roberto Silva Carvalho atualmente é pároco na Paróquia Divino Espírito Santo, em Poções-BA, Arquidiocese de Vitória da Conquista. Dom Carvalho, como será chamado após sua ordenação episcopal, tem 56 anos, nasceu em 31 de março de 1960 na cidade de Fortaleza, Ceará. Foi ordenado padre em julho de 1995 na cidade de Vitória da Conquista e recebeu o título de monsenhor capelão do papa em novembro de 2011.

A ordenação episcopal de Monsenhor José Roberto Silva Carvalho acontecerá no dia 29 de janeiro em Caetité, quando tomará posse da Diocese.

O novo bispo da Diocese de Caetité estudou filosofia em Vitória da Conquista e Teologia em Taubaté, São Paulo, e é licenciado em Filosofia pela Faculdade Batista Brasileira. Monsenhor Carvalho já foi reitor do Seminário de Vitória da Conquista por 15 anos.

Em carta enviada à Diocese de Caetité, Monsenhor se disse surpreso com a notícia de sua nomeação para o episcopado de Caetité. “Com muita liberdade, espontaneidade e alegria, coloco-me a disposição do Pai para a missão que me aguarda”, pontua na carta. Monsenhor diz que sua primeira missão “é a de conhecer e” situar-se “na realidade geográfica, humana, cultural, pastoral, histórica do território Diocesano”. Ele destaca que tudo será novo: “é uma nova Páscoa! É novidade o ministério Episcopal, novidade a diocese e tudo mais. Serei ordenado Bispo no dia 29 de Janeiro de 2017, contudo aprenderei a ser Bispo convivendo com vocês”.

Como lema episcopal, Dom Carvalho escolheu “Servir ao Senhor com Alegria”, que também foi seu lema como monsenhor capelão. “Reconheço que a missão do bispo é a de levar a alegria do senhor ao seu rebanho. Rezem por mim, por minha fidelidade ao Senhor, para que eu seja um pastor à semelhança do coração misericordioso de Jesus, e eu estarei rezando por cada um de vocês para que sejam atendidos segundo as suas necessidades”, destaca o novo bispo.

Ouça o momento do anuncio da nomeação:

Do anuncio da transferência de Dom Ricardo Brusati para a Diocese de Janauba, em 27 de maio de 2015, até hoje, foram 517 dias vivendo a expectativa do anuncio do novo bispo para a Diocese de Caetité. Neste tempo, a frente da Diocese como administrador esteve o padre Gilvan Pereira Rodrigues, pároco de Paróquia de Caculé, eleito no dia 4 de agosto pelo colégio de consultores da Diocese.

A Diocese de Caetité foi criada em 20 de outubro de 1913 pela bula Maius Animarum Bonum (O maior bem das almas) do Papa Pio X. São 103 anos de história, evangelizando nas terras sagradas do sertão. A Diocese abrange 35 municípios, composta por 33 paróquias divididas em nove zonais.

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