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Fátima: Os pais de Lucas relatam o milagre e a cura do menino

12-05-2017 |

Fátima: Os pais de Lucas relatam o milagre e a cura do menino


Fátima (RV) – Na tarde de ontem, quinta-feira, em Fátima, os brasileiros João Batista  e Lucila Yurie, os pais de Lucas, a criança cuja cura foi atribuída à intercessão dos Beatos Francisco e Jacinta, encontram-se com a imprensa para dirigir algumas palavras sobre a “imensa alegria por ser esse o milagre que os leva à canonização”.
“Damos graças a Deus pela cura do Lucas e sabemos com toda a fé do nosso coração, que foi obtido este milagre pelos Pastorinhos Francisco e Jacinta”, salientou João Batista, o pai do jovem Lucas, falando em seu nome e da sua mulher, Lucila Yurie.
O caso ocorreu a 3 de março de 2013, pelas 20.00 horas, quando Lucas, na altura com 5 anos, caiu de uma janela, de uma altura de 6.50 metros.
“Bateu com a cabeça no chão – disse o Pai – e teve um traumatismo craniano grave, com perda de tecido cerebral no lóbulo frontal esquerdo”, relatou, referindo que a criança foi internada em coma muito grave, sofrendo duas paradas cardíacas. Os médicos deram-lhes poucas esperanças de sobrevivência.
“Começamos a rezar a Jesus e a Nossa Senhora de Fátima, a quem temos muita devoção. No dia seguinte ligamos para o Carmelo de Campo Mourão, pedindo que as irmãs que rezassem pelo Lucas. A irmã que recebeu o telefonema não passou o recado” pensando que a criança não iria sobreviver, contou, indicando que a mensagem só foi passada à comunidade no dia seguinte.
“Uma irmã correu para as relíquias dos Beatos Francisco e Jacinta, que estavam junto do Sacrário e sentiu esse impulso de oração: “Pastorinhos, salvem esse menino, que é uma criança como vocês”.
Vamos ouvir o João Batista…

Conseguiu convencer toda a comunidade do Carmelo a rezar apenas com a intercessão dos Pastorinhos”, relatou.
“Assim fizeram. Da mesma forma como todos nós, na família, começamos a rezar aos Pastorinhos e, dois dias depois, no dia 9 de março o Lucas foi desentubado e acordou bem, lúcido, e começou a falar, perguntado pela sua irmãzinha. No dia 11 de março saiu da UTI e dia 15 ele teve alta”, disse João Batista.
Uma cura, referiu, para a qual os médicos, mesmo os não-crentes, não conseguem encontrar explicação.
A criança está completamente bem, “sem nenhum sintoma ou sequela”: “O que o Lucas era antes do acidente ele o é agora: sua inteligência, seu caráter, é tudo igual”.
No final do encontro as palavras da postuladora da causa de canonização, Irmã Angela Coelho drigiu algumas palavras para falar do milagre do menino brasileiro Lucas.
De Fátima, para a Rádio Vaticano, Silvonei José
 
 
(from Vatican Radio)

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Com Maria, peregrino na esperança e na paz. O Papa rumo a Fatima

12-05-2017 |

Com Maria, peregrino na esperança e na paz. O Papa rumo a Fatima


Fátima (RV) – Chegou o grande dia. Papa Francisco chega nesta sexta-feira a Fátima na sua Peregrinação Apostólica que o traz ao local das aparições de Nossa Senhora a três pastorzinhos, exatamente 100 anos atrás. O primeiro compromisso do peregrino da esperança e da paz em Fátima será a visita à Capelinha das Aparições, por volta das 18h45, hora local, após a sua chegada à Base Militar. Francisco irá se deter em oração na Capelinha e vai pronunciar entre outras palavras na sua oração: “Seremos, na alegria do Evangelho, a Igreja vestida de branco, da alvura branqueada no sangue do Cordeiro derramado ainda em todas as guerras que destroem o mundo em que vivemos”. O Papa irá recordar ainda o exemplo dos bem-aventurados Francisco e Jacinta, os pastorzinhos que ele vai canonizar amanhã sábado, 13 de maio, e de todos os que se confiam à mensagem do Evangelho.
“Percorreremos, assim, todas as rotas, seremos peregrinos de todos os caminhos, derrubaremos todos os muros e venceremos todas as fronteiras, saindo em direção a todas as periferias, aí revelando a justiça e a paz de Deus”, diz a prece, que se conclui com a consagração do Papa a Virgem do Rosário de Fátima.
Em seguida Francisco irá depositar seu presente junto à imagem, uma Rosa de Ouro, dom específico dos Pontífices a Santuários marianos. Antes de se retirar para a Casa de Nossa Senhora das Dores, onde passará a noite, Francisco permanece ainda alguns minutos em oração silenciosa na Capelinha.
Francisco retornará depois às 21h30 para a bênção das velas e ele mesmo vai acender uma.  Em seguida, o Papa fará uma breve alocução para a introdução dos mistérios do terço, que prosseguirá conduzido pelo Cardeal Secretário de Estado, Dom Pietro Parolin. 
Uma das primeiras imagens que o Santo Padre irá ver quando chegar à Cova da Iria será a “Suspensão”, um terço de resina de polietileno, com grande dimensões, quase 26 metros de altura, instalado no alto do Recinto de Oração do Santuário de Fátima.
Marco Daniel Duarte, diretor do Museu do Santuário de Fátima, afirmou que “o terço, é o símbolo maior da Mensagem da Cova da Iria, por três referências: primeiro, segundo o testemunho das crianças videntes, a Mãe de Deus trazia nas suas mãos um terço de contas brancas; em segundo a oração do rosário foi pedida pela Virgem Maria como oração quotidiana para alcançar a paz no mundo, e por último o terço é o objeto comum a todos os peregrinos de Fátima”.
O nome dado obra, “Suspensão” não esta só relacionado com o fato de estar suspensa no ar, mas também por estar suspensa entre o Céu e Terra e lança um desafio que é o mesmo deixado aqui hà 100 anos pela Mãe de Deus, isto é, “se aceitarmos esse desafio”, podemos alcançar a paz no mundo. A obra é da artista portuguesa, Joana Vasconcelos.
“Suspensão” irá ser iluminada pela primeira vez nesta noite com a chegada o Papa e a partir dessa data o terço ilumina-se dia 12 de cada peregrinação às 21h30.
Francisco vem como peregrino da esperança e da paz ao Santuário de Fátima, por ocasião do centenário das Aparições de Nossa Senhora na Cova da Iria acolhendo o convite do Presidente da República e dos Bispos portugueses. Um momento vivido pelos portugueses com grande alegria porque, neste centenário, através da presença do Santo Padre a Igreja portuguesa está unida à toda a igreja do mundo. Para o Bispo de Leiria-Fátima, Dom Antônio Marto, “sempre que o Papa  peregrina como pastor universal é toda a igreja que peregrina com ele”.
O Papa Francisco hoje e amanhã se faz peregrino entre os peregrinos de Fátima e isso é um motivo de grande alegria para os portugueses.
Nós conversamos com alguns deles que já estão acampados ao longo do trajeto que fará Francisco….

Francisco é o quarto Papa a visitar Fátima depois de Paulo VI (1967), João Paulo II (1982, 1991 e 2000) e Bento XVI (2010). E tal como a visita de Paulo VI, Francisco centra a visita exclusivamente na Cova da Iria, onde no dia 13 de maio de 2013 o então Cardeal-patriarca de Lisboa, Dom José Policarpo, consagrou o pontificado do Papa argentino à Virgem Maria.
Neste sábado de manhã, o ápice da peregrinação. Francisco irá canonizar os bem-aventurados Francisco e Jacinta, os pastorzinhos que viram a Mãe de Deus.
De Fátima, para a Rádio Vaticano, Silvonei José
(from Vatican Radio)

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Card. Parolin: Fátima, mensagem contracorrente do amor e da humildade

11-05-2017 |

Card. Parolin: Fátima, mensagem contracorrente do amor e da humildade


Cidade do Vaticano (RV) – A mensagem de Fátima é a mensagem central do cristianismo, é o anúncio que Jesus ressuscitou e é o Senhor da história: é o que afirma o secretário de Estado vaticano, Cardeal Pietro Parolin, na vigília da peregrinação do Papa Francisco ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima por ocasião do centenário das Aparições da Virgem Maria aos três pastorinhos na Cova da Iria. Entrevistado pela Rádio Vaticano, eis o que disse o purpurado:

Cardeal Pietro Parolin:- “Creio que o Santo Padre com esta viagem queira expressar e evidenciar, além naturalmente de seu amor e sua devoção a Nossa Senhora da qual temos tantas provas e tantos sinais – o fato, por exemplo, de sempre ir à Basílica de Santa Maria Maior rezar diante da Salus Populi Romani antes e após cada viagem que faz –, sobretudo o respeito e a atenção que ele dá à experiência mariana do povo de Deus. Uma experiência mariana que soube reconhecer nos eventos de Fátima (1917) um traço específico da Virgem do Magnificat. Ressaltaria isso. A Virgem do Magnificat, a Senhora do Terço, que não apareceu aos ricos, não apareceu aos poderosos, não apareceu às pessoas influentes, mas apareceu a crianças, poderíamos num certo sentido considerá-las os últimos da sociedade, para usar a terminologia do Papa, quase os “descartados” da sociedade: quis privilegiar propriamente estas pessoas, essa categoria de pessoas. Porque a Virgem do Magnificat deu aos pastorinhos de Fátima uma mensagem contracorrente. Encontrávamos em tempo de guerra, por conseguinte, o discurso era de ódio, de vingança, de hostilidade, de confronto, ‘o massacre inútil’ – assim chamado pelo Papa Bento XV. Nossa Senhora, ao invés, fala de amor, fala de perdão, fala de capacidade de sacrificar a si mesmos e de fazer de si um dom aos outros. Portanto, uma inversão total dos valores ou dos desvalores que naquele momento estavam prevalecendo na sociedade. Parece-me que estas são duas indicações de grande atualidade também para Portugal e de certo modo para o mundo inteiro: esta capacidade de partir dos últimos, de valorizar os últimos e essa capacidade de viver valores autênticos que podem ser subjacentes a uma convivência pacífica e solidária dentro dos países e entre as nações.”
RV: Passaram-se cem anos das aparições da Virgem aos pastorinhos. O que Fátima tem ainda a dizer ao mundo e à Igreja? A mensagem profética de Fátima continua viva e atual?
Cardeal Pietro Parolin:- “Creio que a mensagem de Fátima seja a mensagem central do cristianismo, aquilo que estamos vivendo sobretudo neste período pascal, ou seja, o anúncio que Jesus ressuscitou, que Jesus é vivo, que Jesus é o Senhor da história. Tanto se especulou e talvez se continue ainda a especular sobre os segredos de Fátima, mas são num certo sentido especulações inúteis, porque aquilo que Fátima queria dizer-nos o fez de forma pública e abertamente. E propriamente essa é a mensagem central da fé, da nossa fé cristã, da nossa fé católica. E portanto daí nasce também uma diferente visão da vida: a vida que se torna uma peregrinação rumo ao Senhor Jesus; torna-se uma peregrinação sustentados pela força do Evangelho e continuamente renovados pela força do Evangelho. Então, a missão profética de Fátima é a de evocar novamente à Igreja aquilo que ela é, aquilo que ela deve continuar sendo e a anunciar no mundo de hoje, isto é, uma comunidade que proclama novos céus nova terra e que os espera e quase os antecipa – como diria o Concílio – propriamente imergindo-se nas dobras da história, sobretudo nas chagas mais obscuras e mais dolorosas com a força do amor para mudar essa história. Essa é a mensagem profética de Fátima e a mensagem profética da Igreja que, num certo sentido, coincidem.”
RV: O anúncio de que o Papa canonizará Francisco e Jacinta no sábado, 13 de maio, foi motivo de grande alegria. Quanto essas figuram são ainda atuais?
Cardeal Pietro Parolin:- “Devemos distinguir de certo modo entre aquilo que são os meios e aquilo que são os fins. Evidentemente, Francisco e Jacinta pertencem a um certo tempo, a uma certa época da história, com o seu modo de expressar-se, com sua linguagem, com os instrumentos que então se utilizavam. Os fins são propriamente a capacidade destas duas crianças, em sua simplicidade, de ir ao coração do Evangelho. E essa é a mensagem que essas duas crianças nos trazem: a capacidade de ir ao coração do Evangelho mediante o Coração imaculado de Maria, porque Fátima ressalta também esta dimensão do Coração imaculado de Maria, um coração – como dizia anteriormente – que soube acolher – imaculado por graça, naturalmente –, que soube responder acolhendo plenamente o amor e a misericórdia de Deus, que soube viver inspirando-se na liberdade do Crucificado. Essas crianças fizeram propriamente essa mensagem, essa realidade; agora as propõem a nós com a autoridade de sua santidade que a Igreja reconhece diante do mundo.” (RL/BC)
(from Vatican Radio)

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Papa: para compreender a fé, devemos estar sempre em caminho

11-05-2017 |

Papa: para compreender a fé, devemos estar sempre em caminho


Cidade do Vaticano (RV) – O Povo de Deus está sempre em caminho para aprofundar a fé: foi o que disse o Papa na missa celebrada na manhã de quinta-feira (11/05) na capela da Casa Santa Marta.

A homilia foi centralizada na Primeira Leitura, extraída dos Atos dos Apóstolos, em que São Paulo fala da história da salvação desde que o Povo de Israel saiu do Egito até Jesus.
“A salvação de Deus – disse o Papa – está em caminho rumo à plenitude dos tempos, “um caminho com santos e pecadores”. O Senhor “guia o seu povo, com momentos bons e momentos ruins, com liberdade e escravidão; mas guia o povo rumo à plenitude”, rumo ao encontro com o Senhor. No final, portanto, está Jesus. Todavia, observou o Papa, “não acaba ali”. De fato, Jesus “deixou o Espírito”. E justamente o Espírito Santo “nos faz recordar, nos faz entender a mensagem de Jesus: começa um segundo caminho”. A Igreja vai avante assim, disse ainda Francisco, com muitos santos e pecadores; entre graça e pecado”.
Escravidão e pena de morte eram aceitas, hoje são pecado mortal
Este caminho, prosseguiu, é necessário “para entender, para aprofundar a pessoa de Jesus, para aprofundar a fé” e também para “entender a moral, os Mandamentos”. E o que no “passado parecia normal, que não era pecado, hoje é considerado pecado mortal”:
“Pensemos na escravidão: quando íamos à escola, nos diziam o que os escravos faziam, eram trazidos de um lugar, vendidos em outro, na América Latina se vendiam, se compravam … É pecado mortal. Hoje dizemos isso. Mas então se dizia: ‘Não’. Ou melhor, alguns diziam que era permitido, porque essas pessoas não tinham alma! Mas era preciso ir adiante para entender melhor a fé, para entender melhor a moral. ‘Ah, Padre, graças a Deus que hoje não existem mais escravos!’. E existem ainda mais!… mas pelo menos sabemos que é pecado mortal. Fomos para frente: o mesmo com a pena de morte que era normal, uma vez. E hoje dizemos que a pena de morte é inadmissível”.
O povo de Deus está sempre em caminho
O mesmo vale para as “guerras de religião”. Em meio a este “esclarecimento da fé”, “esclarecimento da moral”, retomou o Papa, “existem os santos, os santos que todos conhecemos e os santos escondidos”. A Igreja “está cheia de santos escondidos” e “esta santidade é que nos leva para frente, rumo à segunda plenitude dos tempos, quando o Senhor virá, no final, para ser tudo em todos”. Foi assim que o “Senhor Deus quis se mostrar para o seu povo: em caminho”:
“O povo de Deus está em caminho. Sempre. Quando o povo de Deus para, se torna prisioneiro numa estrebaria, como um burro, ali: não entende, não vai para frente, não aprofunda a fé, o amor, não purifica a alma. Mas há outra plenitude dos tempos, a terceira. A nossa. Cada um de nós está em caminho rumo à plenitude do próprio tempo. Cada um de nós chegará ao momento do tempo pleno e a vida acabará e deverá encontrar o Senhor. E este é o nosso momento. Pessoal. Que nós vivemos no segundo caminho, a segunda plenitude dos tempos do povo de Deus. Cada um de nós está em caminho. Pensemos nisso: os apóstolos, os pregadores, os primeiros, tinham necessidade de fazer entender que Deus amou, escolheu, amou o seu povo em caminho, sempre”.
“Jesus – prosseguiu Francisco – enviou o Espírito Santo para que pudéssemos ir em caminho” e é justamente “o Espírito que nos impulsiona a caminhar: esta é a grande obra de misericórdia de Deus” e “cada um de nós está em caminho rumo à plenitude dos tempos pessoal”. O Papa então destacou que é preciso se questionar se acreditamos que “a promessa de Deus era em caminho” e que ainda hoje a Igreja “está em caminho”.
Confessar-se é um passo no caminho rumo ao encontro com o Senhor
Quando nos confessamos, também devemos nos perguntar se, além da vergonha pelos nossos pecados, compreendemos que “aquele passo que eu dei é um passo no caminho rumo à plenitude dos tempos”. “Pedir perdão a Deus – advertiu – não é algo automático”:
“É entender que estou a caminho, num povo em caminho e que um dia – talvez hoje, amanhã ou daqui 30 anos – me encontrarei cara a cara com aquele Senhor que jamais nos deixa sós, mas nos acompanha neste caminho. Pensem nisso: quando me confesso, penso nessas coisas? Que estou em caminho? Que é um passo rumo ao encontro com o Senhor, rumo à minha plenitude dos tempos? E esta é a grande obra de misericórdia de Deus”.
(from Vatican Radio)

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Francisco e Jacinta Marto candeias que Deus acendeu

11-05-2017 |

Francisco e Jacinta Marto candeias que Deus acendeu
Olhamos a vida dos
irmãos Francisco e Jacinta Marto como quem se deixa desafiar pela sua entrega
humilde e comprometida — até ao extremo (Jo 13,1) — aos desígnios de misericórdia de Deus
anunciados pela Senhora de Fátima. São duas crianças com uma maturidade de fé
impressionante, que assumem a mensagem trazida pela Senhora do Rosário, vestida
de luz, como seu programa de vida. As suas biografias apontam à Igreja um jeito
de viver à luz do Evangelho, um estilo de viver que se faz de humildade,
disponibilidade e compromisso, um jeito de viver cristiforme. São duas crianças
que conheceram a beleza de Deus e aceitaram ser reflexos dela para o mundo.Francisco e Jacinta
Marto nasceram em Fátima — uma paróquia que pertence hoje à diocese de
Leiria-Fátima, Portugal — no início do conturbado século xx. São os mais novos
dos sete filhos do casal Manuel Pedro Marto e Olímpia de Jesus. Francisco
nasceu em 11 de junho de 1908 e foi batizado no dia 20 desse mês. A sua irmã
Jacinta Marto nasceu em 11 de março de 1910 e foi batizada no dia 19 desse mês.
Os irmãos receberam uma educação cristã simples, mas marcada pelo exemplo de
vida comprometida com a fé: a participação dominical na eucaristia, a oração em
família, a verdade e o respeito por todos, a caridade para com os pobres e os
necessitados. Francisco era um menino pacato e pacífico, apaixonado pela
contemplação da criação. Com seus companheiros era sinal de concórdia, mesmo na
ofensa e na desavença. Jacinta, por seu lado, tinha um caráter carinhoso e
terno, embora bastante caprichoso. Tinha um particular carinho pela prima Lúcia
e uma sensibilidade muito impressiva.Ainda muito novos,
começam a pastorear o rebanho de seus pais: tinha o Francisco 8 anos de idade e
a Jacinta 6. Passavam grande parte dos seus dias na tarefa de acompanhar as
ovelhas, na companhia da prima Lúcia, que também era pastora.Na primavera de
1916, Francisco e Jacinta, na companhia da prima Lúcia foram arrebatados pela
contemplação de uma «luz mais branca que a neve, com a forma de um jovem» e
imersos numa atmosfera intensa em que a força da presença de Deus os «absorvia
e aniquilava quase por completo». Era o Anjo da Paz, que os visitaria por três
vezes, na primavera, verão e outono de 1916. Nas suas palavras e com os seus
gestos, o Anjo fala-lhes do coração de Deus atento à voz dos humildes sobre
quem tem «desígnios de misericórdia», convida-os à atitude da adoração. No
último encontro, o Anjo oferece-lhes o Corpo e o Sangue de Cristo, o Dom
primordial à luz do qual os videntes serão convidados a oferecer-se em
sacrifício por todos os «homens ingratos». A vida de Francisco e Jacinta
conhece ali a sua vocação: encher de Deus os olhos e o coração e tornar-se
espelho dessa presença cuidadora, oferecendo as suas vidas como dom pelos
demais.Em 13 de maio de
1917, encontrando-se as três crianças na Cova da Iria, foram surpreendidos pela
presença de uma “Senhora mais brilhante que o sol” que lhes disse ser do Céu. A
Senhora pediu-lhes que voltassem à Cova da Iria seis meses seguidos, em cada
dia 13, que, na aparição final, lhes revelaria quem era e o que queria.
Entretanto, convocou os pastorinhos a oferecerem a sua vida inteiramente a
Deus. “Quereis oferecer-vos a Deus?”, foi a pergunta fundamental das suas
vidas. Os três videntes acolheram o convite da Senhora: “Sim, queremos”, e
viram a sua disponibilidade ser confirmada por uma luz imensa que as mãos da
Virgem ofereciam e que penetrou o seu íntimo, fazendo-os ver a si mesmos «nessa
luz que era Deus».Na aparição de
julho, a Senhora revela às três crianças o que ficou conhecido como o Segredo
de Fátima, que consta de uma visão em tríptico — o inferno; o Imaculado Coração
de Maria; e a Igreja mártir a caminho da Cruz.
Esta visão causará grande impacto em Francisco e Jacinta e levá-los-á a
comprometerem-se, pela oração e pelo sacrifício, na conversão dos pecadores e
na oração pela Igreja.Depressa se
espalhou a notícia da presença da Senhora do Rosário e o número de curiosos e peregrinos
que afluíam à Cova da Iria aumentava a cada mês. Para os irmãos Marto, as
constantes solicitações, os intermináveis e extenuantes interrogatórios, as
acusações de fraude ou de avidez, ou mesmo as pressões e ameaças a que foram
sujeitos foram fonte de grande sofrimento. Viveram este sacrifício na presença
de Deus, tudo relativizando diante do amor de Deus e a Deus. O último encontro,
em 13 de outubro de 1917, é presenciado por uma grande multidão que se torna
testemunha do sinal prometido pela Senhora do Rosário. Francisco e Jacinta
levarão desse derradeiro encontro a bênção que recebem de Cristo e que há de
marcar definitivamente os seus dias com os pedidos da Senhora do Rosário: a
oração do rosário, o amor sacrificial pelos irmãos, o olhar misericordioso
sobre os dramas do mundo.A partir daqueles
encontros inauditos, Francisco e Jacinta passam a viver focados em Deus. Nada
mais lhes preenche o coração. Ao olhar as suas biografias de fé, a Igreja
encontrará o rosto de Cristo e sentir-se-á interpelada à fidelidade do
discipulado cristão. Se a espiritualidade de Francisco foi particularmente
marcada pela contemplação e se a de Jacinta se caracterizou pela compaixão, a
Igreja encontrará nos seus dois mais novos santos um modelo do que ela mesma é
chamada a ser: contemplativa, com os olhos repletos de Deus, e compassiva, com
as mãos empenhadas na transformação do mundo.O Francisco foi um
menino centrado no essencial. Tinha uma dimensão contemplativa de que ninguém
suspeitaria que uma criança fosse capaz. Viveu uma vida unificada em Deus.
Gostava de se esconder para «pensar em Deus» a sós, e a sua felicidade maior
era estar com o seu amigo, «Jesus escondido». O Francisco percebeu muito bem
que o Anjo e a Senhora do Rosário apontavam um caminho que conduzia a Deus. A
certa altura, ele diz: «Gostei muito de ver o Anjo, mas gostei ainda mais de
Nossa Senhora. Do que gostei mais foi de ver Nosso Senhor, naquela luz que
Nossa Senhora nos meteu no peito».A Jacinta foi uma
menina apaixonada e comprometida. Ela viveu comprometida com o amor a Deus e a
toda a humanidade. Impressionava-se com o sofrimento dos outros, sobretudo com
o sofrimento da Igreja, na figura do Santo Padre, e com o sofrimento dos
pecadores. E o seu compromisso leva-a a assumir esse sofrimento pela entrega de
si. Ela vive com o desejo de incendiar em todos o amor de Deus. Diz ela, em
certa ocasião: «Se eu pudesse meter no coração de toda a gente o lume que tenho
cá dentro no peito a queimar-me e a fazer-me gostar tanto do Coração de Jesus e
do Coração de Maria!».O processo de
canonização dos pastorinhos é o reconhecimento diante do Povo de Deus de que
estas crianças, que encarnam o acontecimento de Fátima, chegaram, como diz a
carta aos Efésios, «ao homem adulto, à medida completa da plenitude de Cristo»
(Ef 4, 13). Canonizá-los é sobretudo reconhecer a sua fidelidade ao compromisso
assumido no regaço de Maria de, em tudo, ser fiel a Jesus. Canonizá-los é
também confirmar o que já reconhecemos: que Fátima é uma escola de santidade
que aponta para a plenitude da vida em Deus. Como dizia São João Paulo ii, ao
beatificar os dois pequenos pastores, «a Igreja quer colocar sobre o candelabro
estas duas candeias que Deus acendeu para alumiar a humanidade nas suas horas
sombrias e inquietas».Somos convidados a
continuar a levar aos cristãos a vida destas crianças, como testemunho da vida
em Deus, e a continuar a interceder pelos cristãos junto das crianças, como
intercessores junto de Deus. No centenário das Aparições de que foram
testemunhas e com cuja mensagem se comprometeram até ao extremo, evocar a vida
de Francisco e de Jacinta e celebrar a sua entrega generosa a Deus é procurar a
mesma contemplação e compaixão que eles viveram, e confiar as nossas vidas nas
mãos de Deus, pela intercessão da Senhora do Rosário e destes pequenos pastores
segundo o coração de Deus (Jr 3, 15).Ângela de Fátima Coelho, Postuladora
das causas de canonização de Francisco e Jacinta Marto

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Mensagem vídeo do Pontífice na véspera da viagem a Fátima- Feliz expetativa

11-05-2017 |

Mensagem vídeo do Pontífice na véspera da viagem a Fátima- Feliz expetativa
Publicamos a seguir o texto da mensagem
vídeo do Santo Padre Francisco que foi transmitida ao povo português na
quarta-feira 10 de maio por ocasião da
iminente peregrinação ao santuário de Nossa Senhora de Fátima, no centenário das aparições da Bem-Aventurada
Virgem Maria na Cova da Iria.Querido povo português!Faltam poucos dias para a minha e vossa
peregrinação até junto de Nossa Senhora de Fátima, vivendo-os em feliz expetativa
do nosso encontro na casa da Mãe. Bem sei que me queríeis também nas vossas
casas e comunidades, nas vossas aldeias e cidades: o convite chegou-me!
Escusado será dizer que gostaria de o aceitar, mas não me é possível! Desde já
agradeço a compreensão com que as diversas Autoridades acolheram a minha
decisão de circunscrever a visita aos momentos e atos próprios da peregrinação
ao Santuário de Fátima, marcando encontro com todos aos pés da Virgem Mãe.De facto, é nas vestes de Pastor universal que
me apresento diante d’Ela, oferecendo-lhe o boquê das mais lindas «flores» que
Jesus confiou aos meus cuidados (cf. Jo 21, 15-17), ou seja, os irmãos e irmãs
do mundo inteiro resgatados pelo seu sangue, sem excluir ninguém. Vedes?
Preciso de vos ter comigo; preciso da vossa união (física ou espiritual,
importante é que seja de coração) para o meu buquê de flores, a minha «rosa de
ouro». Formando nós «um só coração e uma só alma» (cf. At 4, 32),
entregar-vos-ei todos a Nossa Senhora, pedindo-lhe para segredar a cada um: «O
meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus»
(Aparição de junho de 1917).«Com Maria, peregrino na esperança e na paz»:
assim reza o lema desta nossa peregrinação, sendo todo ele um programa de
conversão. Para esse momento abençoado que culmina um centenário de momentos
abençoados, alegra-me saber que vos estais a preparar com intensa oração. Esta
alarga o nosso coração e prepara-o para receber os dons de Deus. Agradeço-vos
as orações e sacrifícios que diariamente ofereceis por mim e de que muito
preciso, pois sou um pecador entre pecadores, «um homem de lábios impuros, que
habita no meio de um povo de lábios impuros» (Is 6, 5). A oração ilumina os
meus olhos para saber olhar os outros como Deus os vê, para amar os outros como
Ele os ama.No seu nome, venho até vós na alegria de
partilhar convosco o Evangelho da esperança e da paz. O Senhor vos abençoe e a
Virgem Mãe vos proteja!

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Mensagem do Papa Francisco ao povo português

10-05-2017 |

Mensagem do Papa Francisco ao povo português

Querido povo português!
            Faltam poucos dias para a minha e vossa peregrinação até junto de Nossa Senhora de Fátima, vivendo-os em feliz expetativa do nosso encontro na casa da Mãe. Bem sei que me queríeis também nas vossas casas e comunidades, nas vossas aldeias e cidades: o convite chegou-me! Escusado será dizer que gostaria de o aceitar, mas não me é possível! Desde já agradeço a compreensão com que as diversas Autoridades acolheram a minha decisão de circunscrever a visita aos momentos e atos próprios da peregrinação no Santuário de Fátima, marcando encontro com todos aos pés da Virgem Mãe.
De facto, é nas vestes de Pastor universal que me apresento diante d’Ela, oferecendo-Lhe o buquê das mais lindas «flores» que Jesus confiou aos meus cuidados (cf. Jo 21, 15-17), ou seja, os irmãos e irmãs do mundo inteiro resgatados pelo seu sangue, sem excluir ninguém. Vedes? Preciso de vos ter comigo; preciso da vossa união (física ou espiritual, importante é que seja do coração) para o meu buquê de flores, a minha «rosa de ouro». Formando nós «um só coração e uma só alma» (cf. At 4, 32), entregar-vos-ei todos a Nossa Senhora, pedindo-Lhe para segredar a cada um: «O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus» (Aparição de junho de 1917).
«Com Maria, peregrino na esperança e na paz»: assim reza o lema desta nossa peregrinação, sendo todo ele um programa de conversão. Para esse momento abençoado que culmina um centenário de momentos abençoados, alegra-me saber que vos estais a preparar com intensa oração. Esta alarga o nosso coração e prepara-o para receber os dons de Deus. Agradeço-vos as orações e sacrifícios que diariamente ofereceis por mim e de que muito preciso, pois sou um pecador entre pecadores, «um homem de lábios impuros, que habita no meio de um povo de lábios impuros» (Is 6, 5). A oração ilumina os meus olhos para saber olhar os outros como Deus os vê, para amar os outros como Ele os ama.
No seu nome, venho até vós na alegria de partilhar convosco o Evangelho da esperança e da paz. O Senhor vos abençoe e a Virgem Mãe vos proteja!
(from Vatican Radio)

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Com mensagem a Tawadros, Papa celebra Dia da Amizade Copta-Católica

10-05-2017 |

Com mensagem a Tawadros, Papa celebra Dia da Amizade Copta-Católica


Cidade do Vaticano (RV) – Celebra-se neste dia 10 de maio o Dia da Amizade Copta-Católica, instituído em 2013. Nesta ocasião, o Papa Francisco enviou uma mensagem ao Patriarca Tawadros II e agradeceu mais uma vez a hospitalidade que recebeu no Egito, durante sua recente viagem ao país no final de abril.
Viagem ao Egito
No texto, o Pontífice menciona de modo especial a Declaração Conjunta assinada no Cairo: “Estou grato pelo fato que reforçamos a nossa unidade batismal no Corpo de Cristo, declarando juntos ‘que com uma só alma e um só coração buscaremos, com toda sinceridade, não repetir o Batismo ministrado em uma de nossas Igrejas a quem desejar se unir à outra’”.
Os vínculos de fraternidade entre nós, escreve ainda o Papa, “nos estimulam a intensificar os nossos esforços comuns, perseverando na busca de uma unidade visível na diversidade, sob a guia do Espírito Santo”. Neste percurso, acrescentou, somos amparados pela poderosa intercessão e pelo exemplo dos mártires.
“Desejo garantir a minha contínua oração por Sua Santidade e pela paz no Egito e no Oriente Médio”, finalizou o Pontífice.
História
No dia 10 de maio de 2013, o Papa Francisco e o Patriarca Tawadros II se reuniram no Vaticano para recordar os 40 anos do histórico encontro entre o Papa Paulo VI e o então Patriarca Shenouda III e, desde então, esta data foi escolhida para se celebrar o  Dia da Amizade Copta-Católica.
(from Vatican Radio)

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Audiência: não somos órfãos, Maria é Mãe da esperança

10-05-2017 |

Audiência: não somos órfãos, Maria é Mãe da esperança


Cidade do Vaticano (RV) – “Maria, Mãe da esperança” foi o tema da catequese do Papa Francisco na Audiência Geral desta quarta-feira (10/05). Na Praça S. Pedro, cerca de 20 mil fiéis participaram do evento, entre os quais inúmeros brasileiros da “Obra de Maria” e de Belo Horizonte.

Maria e as mães do nosso tempo
No caminho da sua maternidade, Maria teve que atravessar mais do que uma noite sombria. Ainda jovem, respondeu “sim” à proposta que o Anjo Gabriel lhe fez de ser a mãe do Filho de Deus, embora nada soubesse do destino que A esperava.
“Naquele instante, Maria se parece como uma de tantas mães do nosso mundo, corajosas até o extremo quando se trata de acolher no próprio ventre a história de um novo homem que nasce”, disse o Papa, acrescentando que Ela é uma mulher que não se deprime face às incertezas da vida; nem uma mulher que protesta e se lamenta contra a sorte que muitas vezes se Lhe apresentava hostil. Pelo contrário, é uma mulher que aceita a vida como vem, com os seus dias felizes, mas também com as suas tragédias.
Maria simplesmente “estava”
Na noite mais escura de Maria, da crucifixão do seu Filho, Ela permaneceu ao pé da cruz, desconhecendo o destino de ressurreição do seu Filho. Neste episódio, os Evangelhos são lacônicos e discretos, registram com um só verbo a presença da mãe. “Ela estava.” Nada dizem de sua reação nem sua dor, que ficou para a criatividade de poetas e pintores.
“As mães nunca desistem nem abandonam. As mães não traem”, afirmou Francisco. Os Evangelhos somente dizem: ela estava. No momento mais cruel, Ela sofria com o Filho. Estava. Ela simplesmente estava ali. Os sofrimentos de uma mãe… Todos nós conhecemos mulheres fortes, que levaram avante os sofrimentos de seus filhos.”
Não somos órfãos
Depois, em Pentecostes, no primeiro dia da Igreja, reencontramos Maria como Mãe da Esperança em meio àquela comunidade de discípulos tão frágeis: um tinha negado o Mestre, muitos tinham fugido, todos tinham medo. Maria simplesmente estava lá no seu modo normal de ser, como se fosse algo natural: a Igreja primitiva, envolvida pela luz da Ressurreição, mas também pela incerteza e o medo dos primeiros passos a dar no mundo.
“Por isso, todos nós A amamos como Mãe. Não somos órfãos, todos temos uma mãe no céu”, disse ainda Francisco. Maria nos ensina a virtude da espera, mesmo quando tudo parece sem sentido, pois confia no mistério de Deus. “Nos momentos de dificuldade, que Maria possa sempre amparar os nossos passos, possa sempre dizer ao coração: levanta-se, olhe para frente, para o horizonte. Ela é Mãe de esperança.”
Peregrinação a Fátima
Ao saudar os fiéis língua portuguesa, o Papa recordou sua iminente viagem a Portugal, “como peregrino a Fátima, para confiar a Nossa Senhora as sortes temporais e eternas da humanidade e suplicar sobre os seus caminhos as bênçãos do Céu. Peço a todos que me acompanhem, como peregrinos da esperança e da paz: as suas mãos em prece continuem a sustentar as minhas”.

Saudação à Rússia
Francisco dirigiu também uma saudação especial a uma delegação de jovens sacerdotes do Patriarcado de Moscou, presente no Vaticano a convite do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos. “Que Deus abençoe a Rússia e o empenho da Igreja ortodoxa em prol do diálogo entre as religiões e o bem comum.”
(from Vatican Radio)

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Pastoral Familiar de Caetité participa de formação em Jequié

09-05-2017 | Por Fernando Souza Filho/Coordenação da Pastoral Familiar

Agentes da Pastoral Familiar da Diocese de Caetité participam de formação do Regional Nordeste 3.

A Pastoral Familiar da Diocese de Caetité participou, nos dias 6 e 7 de maio, do Encontro de Formação do Zonal 4 do Regional Nordeste 3 (RN3), realizado em Jequié. Além de Caetité, a formação contou com a presença de agentes da pastoral das dioceses de Jequié, Livramento de Nossa Senhora e da Arquidiocese de Vitória da Conquista.

No encontro foram abordados temas como o capítulo IV da Exortação do Papa Francisco Amoris Laetitia, ministrado pelo Padre Júlio Cesar, o perfil do agente da Pastoral Familiar com o coordenador do RN3, Antônio Carlos, e a nova proposta de preparação para o Matrimônio, com explanação do casal Izauton e Cynara, da Pastoral Familiar de Jequié.

A Diocese de Caetité foi representada pelo assessor da Pastoral Familiar, padre José Rocha, pelo casal de coordenadores da pastoral na diocese, Fernando e Rose, e dos vice-coordenadores, Paulo e Elza, além de agentes das paróquias de Palmas de Monte Alto, Brumado e Caculé.

A preparação para o Sacramento do Matrimônio que se pretende implantar tem o objetivo de personalizar a formação dos noivos, através de uma metodologia de dez encontros e com a possibilidade de atendimento continuado no pós-matrimônio. Dessa forma, em longo prazo, busca-se evitar os “cursos de noivos” de um ou dois dias.

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