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O que é o Encontro de Casais com Cristo (ECC)?

12-12-2017 | Cláudio e Zilah/Casal Diocesano do ECC

ECC na Diocese de Caetité.

O Encontro de Casais com Cristo (ECC) é um serviço da Igreja, em favor da evangelização das famílias, que procura constituir o Reino de Deus, aqui agora, a partir das famílias, da comunidade paroquial, mostrando pistas para que os casais se reencontrem com eles mesmos, com os filhos, com a comunidade e, principalmente, com Cristo, tendo visão do que é “ser igreja hoje” e de seu compromisso com a dignidade da pessoa humana e com a justiça social.

“A evangelização do matrimônio e da família é missão de toda Igreja, em que todos os fiéis devem cooperar segundo as próprias condições e vocação. Deve partir do conselho exato de matrimônio e de família, à Luz da Revelação, segundo o Magistério da Igreja” (Orientação Pastoral dobre o Matrimônio – CNBB Doc. nº12).

O ECC contribui decisivamente para essa Evangelização com o instrumento importantíssimo dentro dessa dinâmica de evangelização.

O ECC teve sua origem em 1970, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na vila Pompéia, em São Paulo (SP), por iniciativa do padre Alfonso Pastore. Nasceu da inquietude de um sacerdote que dedicou sua vida sacerdotal à Pastoral Familiar, Pastoral da Saúde e à Pastoral Carcerária.

“Levou a ideia do ECC ao Frei Lucas Moreira Neves, então Cardeal, Prefeito da Sagrada Congregação dos Bispos, o terceiro homem na hierarquia da Igreja e Assistente Estadual do MFC. Frei Lucas pediu-lhe que levasse tal ideia ao Frei Gorgulho, assessor bíblico de Dom Arns, na época, Arcebispo de São Paulo. A resposta de Frei Gorgulho chegou 20 dias depois: “Deus abençoe a proposta”.

E assim, no mês de abril de 1970, foi realizado o 1º Encontro de Casais com Cristo, na Paróquia Nossa Senhora do Rosário, na Vila Pompéia, com a presença de 20 casais. De São Paulo, o ECC foi para o Rio de Janeiro, Belém (PA) expandindo-se para todo o país.

O ECC não é um movimento. Não visa prender a si os casais, nem os casais devem querer ficar presos ao ECC. O ECC apresenta-se como um serviço da Igreja às famílias das paróquias. Está presente também na Diocese de Caetité.

Texto baseado no Documento Nacional do ECC

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Papa Francisco envia mensagem sobre a Campanha da Fraternidade

01-03-2017 | DA REDAÇÃO

Por ocasião da Campanha da Fraternidade 2017, criada pela Igreja no Brasil na década de 1960, o Papa Francisco divulgou, em meados do mês passado, uma mensagem sobre a CF deste ano, na qual reconhece o mérito dessa iniciativa, realizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Na carta, o Pontífice chama a atenção para os sinais de agressão à criação e degradação da natureza. Lembra, ainda, da sintonia profunda da vivência da espiritualidade e da liturgia da Quaresma, enquanto se realiza a Campanha.  Leia mais »

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Conheça um pouco da história da centenária Diocese de Caetité

28-01-2017 | DA REDAÇÃO

Mapa da Diocese de Caetité com 35 paróquias.

Terra de figuras ilustres como o educador Anísio Teixeira, Caetité já foi um dos centros urbanos mais importantes do sertão baiano. Constituída paróquia em 1754, quando ainda era Freguesia Santana de Caetité, desmembrou-se da Arquidiocese de São Salvador para ser elevada à categoria de diocese em 20 de outubro de 1913, pela Bula Maius Animarum Bonum (Para o maior bem das almas), assinada pelo Papa Pio X. Além de Caetité, foram criadas, ao mesmo tempo, as Dioceses de Ilhéus e Barra.

A necessidade de atendimento pastoral, as distâncias como empecilho para as visitas pastorais do bispo de São Salvador e, ainda, o crescimento da população no interior do Estado estão entre as razões que levaram a Igreja a criar as novas dioceses na Bahia. A fundação da Diocese de Caetité foi mais um importante fator de desenvolvimento social e religioso para a cidade e região.  Leia mais »

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[Artigo] Advento: tempo de preparação

01-12-2016 | Por Pe. Lely Almeida de Oliveira

Advento

Advento

“Tu vens, tu vens eu já escuto os teus sinais…” “Eu te anuncio nos sinos das catedrais!”

Ouvindo esta belíssima canção do Alceu Valença, queremos entrar no tempo do Advento, com o coração aberto e feliz para acolher o Menino Jesus que virá como luz; luz sem ocaso que brilha em nossas trevas, que preenche os corações vazios com a doce e terna alegria e com o amor suave de Deus nosso Pai Criador. É Deus que se faz humano assumindo nossa humanidade para nos elevar a condição divina; é o Deus que quer comunicar a nós entrando na nossa história, na nossa vida.

Com o Advento inicia o novo ano litúrgico, com o primeiro domingo do Advento. É formado por quatro domingos que antecipam o Natal; começa no último domingo de novembro. Nesse período toda a Igreja é convidada a está vigilante para viver a unidade do mistério que irá celebrar. Em muitos lugares há o costume da coroa do advento. Simboliza e comunica na expectativa em preparação da chegada do dia festivo – NATAL.  Leia mais »

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[Artigo] Confiar para construir nova história

09-11-2016 | Por Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito de Juiz de Fora (MG)

"E a única força que nos anima é esta: “Deus vai providenciar”."

“E a única força que nos anima é esta: “Deus vai providenciar”.”

Quando lemos Gênesis, 22, estamos diante da maior prova de fé de Abraão. Os estudiosos afirmam que o episódio do sacrifício de Isaac serviu de base para que o povo de Deus jamais admitisse sacrifícios humanos. Disso aprendemos que a vida é dom de Deus, mas isso não significa que Ele exija para si a vida de suas criaturas, nem no passado, nem no presente.

O trecho em questão não quer justificar leis ou costumes adotados pelo povo de Deus ao longo da história. Ele é, isso sim, o melhor retrato da pessoa que crê em meio à escuridão da vida. O versículo 1 afirma que “Deus pôs Abraão à prova”, sem contudo avisá-lo de que se tratava de prova. E o teste de Abraão é o mais duro possível: Isaac, segundo o versículo 2, é seu filho único e Abraão o ama muito.

Abraão havia sido convocado a deixar o passado, confiando na promessa daquele que o chamou, prometendo-lhe terra e descendência. Isaac é filho dessa promessa e, ao mesmo tempo, é a esperança do futuro. Abraão é chamado a renunciar também ao futuro, devolvendo a Deus o dom da promessa. Assim acabam todas as seguranças para o velho patriarca. Deus age desse modo porque somente Ele é segurança, Ele que se mantém fiel até o fim. Passando pela prova, Abraão amadurece na fé, tornando-se construtor de nova história e pai de um povo que irá perpetuar sua memória e ações em outros tempos e lugares.  Leia mais »

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[Artigo] É possível ser Santo?

06-11-2016 | Por Dom Alberto Taveira Corrêa, Arcebispo de Belém do Pará

"Santidade é o caminho normal a ser percorrido pelo cristão."

“Santidade é o caminho normal a ser percorrido pelo cristão.”

Com frequência a Igreja oferece aos fiéis e a todo o mundo a figura do santo! Homens e mulheres de idades diversas e diferentes estados de vida viveram com heroísmo o Evangelho e se tornaram pontos de referência, como sinais privilegiados para suas respectivas épocas e para as gerações que se seguem. Seus feitos, suas palavras e seus nomes permanecem como imagens gravadas com fogo na história da humanidade. Sabemos que mesmo nações de tradição diferente do cristianismo se orgulham dos santos e santas que nelas deixaram suas marcas, especialmente os rastros da caridade vivida, já que um dos sinais de santidade é justamente o amor universal e desprendido, sem preconceitos ou discriminações.

Basta recordar a recente canonização da Santa Madre Teresa de Calcutá. E o nosso tempo tem sido rico de santidade, como homens e mulheres conhecidos diretamente pela nossa geração. São João Paulo II percorreu o mundo, visitou nosso país, comeu à nossa mesa, abraçou nossas crianças! E é santo! Ele mesmo, aqui no Brasil, afirmou categoricamente que nosso país precisa de muitos santos. Daí a pergunta, numa época de propaganda da maldade e da impureza, de banalização da verdade, corrupção dos costumes e tantas outras mazelas, é possível ser santo? Parece que a resposta deve ser dada por nós, cada um no confronto com os ideais assumidos em sua própria história.

Há santidade nas crianças. Deus nos fez para a inocência e não para a maldade. As orações que brotam singelas dos lábios dos pequeninos, preferidos de Jesus, a abertura com que se dispõem a conversar com o Senhor, a espontaneidade de seus sentimentos e a liberdade com que se colocam diante dos adultos, tudo indica que nos pequeninos, com os quais precisamos ser parecidos, se queremos entrar no Reino de Deus, é nada menos do que o projeto de Deus para todos, seja qual for a sua idade. Francisco e Jacinta, pastorinhos videntes de Nossa Senhora de Fátima, são reconhecidos como “confessores da fé”  Leia mais »

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[Artigo] Conflitos e verdades

05-11-2016 | Por Dom Walmor Oliveira de Azevedo, Arcebispo metropolitano de Belo Horizonte

"Buscar o bem comum há de ser fundamento para a formulação de juízos, escolhas e definição de prioridades."

“Buscar o bem comum há de ser fundamento para a formulação de juízos, escolhas e definição de prioridades.”

As dinâmicas de construção e manutenção da sociedade estão inseridas nas tensões entre conflitos e verdades, de modo semelhante ao que ocorre nas relações familiares e pessoais. Há uma dimensão do conflito que é inevitável porque a verdade não é propriedade exclusiva de alguém. Alcançá-la é sempre tarefa árdua, que abrange o exercício interpretativo da realidade a partir do confronto de interesses, ponderações e de prioridades.  Importante é reconhecer que as pessoas estão permanentemente em busca da verdade e, por isso mesmo, ninguém pode reivindicar a sua propriedade. Assim, exige-se muita humildade nessa procura para que se viva a experiência indispensável do diálogo, com a imprescindível abertura para a atenta escuta. Essa é condição fundamental para se alcançar a verdade capaz de garantir, acima de tudo, o bem e a justiça.

Os processos de definição de prioridades, particularmente aqueles que podem promover as mudanças necessárias na vida social e política do povo, são complexos. Assim, não basta agarrar-se a posições – dizendo-se ser contra ou a favor de algo -, é preciso dialogar para se aproximar da verdade. Trata-se de exercício racional e espiritual que requer redobrada atenção de todos, com o objetivo de superar conflitos que sempre se desdobram em prejuízos. Males que incluem as guerras, disputas ferrenhas pelo poder e as escolhas que privilegiam poucos, consolidando a injustiça contra os pobres. Nessa tarefa, indispensável é avaliar o lugar que se ocupa e, ao mesmo tempo, se perceber no lugar do outro, principalmente dos excluídos da sociedade. Ignorar essa atitude é perpetuar uma organização societária que desconsidera o abismo crescente entre ricos e pobres, os que podem muito e os que nada podem.  Leia mais »

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Morte, caminho de todos

02-11-2016 | Por Pe. Lely Oliveira

Finados

Finados

Disse Jesus: “Eu sou a ressurreição. Quem acredita em mim, ainda que morra, viverá. E todo aquele que vive e acredita em mim, não morrerá para sempre” (Jo 11,25).

Prezados irmãos e irmãs, a Igreja hoje nos convida a rezar por nossos entes queridos, por todas as pessoas que já partiram desta vida, todos os nossos irmãos falecidos. Com os olhos da fé somos convidados a nos fortalecer em Jesus Cristo Nosso Senhor e contemplar a beleza da nossa vida.
Hoje queremos recordar das muitas pessoas que passaram por nossas vidas que já não se fazem presentes; amigos, familiares e tantas outras. Nós recordamos com dor de tristeza, mas também com tom de alegria, pois sabemos que, pela nossa fé estas pessoas se encontram acolhidas nos braços do nosso Deus Pai e criador. A vida que está em nós não nos pertence, mas pertence a Deus; Ele é o autor de toda criação, nele somos e nos tornamos vivos eternamente.

A morte é uma presença incômoda e trágica que deixa dor e um vazio enorme na vida daqueles que ficam. Com a morte finda a peregrinação terrestre, momento de fecharmos os olhos para esse mundo e abrirmos para a vida eterna em Deus. A morte assim como a vida é um mistério, morrer é parte integrante da vida, é natural. A vida é fugaz, muito breve, devemos vivê-la com intensidade.“O homem dura como a erva, floresce como flor campestre: roça-lhe um vento, e já não existe, seu lugar não volta a vê-la” (Sl 103,15-16). “O homem é semelhante a um sopro, seus dias, qual sombra que passa”(Sl 144,4).

Jesus, por sua vez, passou pelo crivo da morte nos deu vida pela sua ressurreição. Hoje morrem milhares de pessoas em circunstâncias diversas. É muito triste quando sabemos que pessoas procuraram a morte, em vez de viver a vida. Todos os dias deparamos com situações de morte que nos desconforta, nos machuca e nos deixa em pânico. Para quem espera e tem fé em Deus mesmo com a dor da perda consegue superar. O que importa para nós é a vida, para que sermos indiferentes com as pessoas se o nosso fim último é a morte? Não somos os donos da vida, e nem devemos querer segurá-la; mas temos que enfrentar cientes e conscientes de que ela virá, seja hoje ou amanhã, pode tardar, mas ninguém está livre da morte. É por isso que devemos nos preparar a nossa vida para morrermos em paz no Senhor. Quem não prepara a sua vida, até mesmo para morrer, sofrerá a dor. Sofremos com os nossos pecados, e estes nos leva à morte. Deus é um Deus da vida que tem misericórdia e nos liberta; a morte não é mais forte do que o amor e a misericórdia de Deus, enquanto somos seres humanos frágeis, Deus é forte o suficiente para transformar a nossa vida cadente que finda no crepúsculo da morte.

A liturgia de hoje nos lembra que em Cristo seremos salvos, libertos do fascínio da morte. Cristo é a nossa esperança aquele que nos consola e nos dá vida plena isso podemos perceber no livro de Jó; Jó confiante em Deus tem esperança de receber a vida e contemplar com seus olhos o rosto do Pai misericordioso.

A carta endereçada à comunidade dos romanos quer nos motivar para a esperança em Deus; esperança que não decepciona, pois o seu amor foi derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo que nos foi dado. Paulo diz que quando éramos fracos, ou seja, pecadores Cristo morreu pelos ímpios. A prova de que Deus nos ama infinitamente; amor verdadeiro incondicional. Cristo morreu e agora fomos justificados pelo seu sangue. Sua ressurreição é o motivo de acreditarmos na bendita esperança da vida plena.

O desejo de Deus é que creiamos em Jesus e nele tenhamos a vida eterna. Todos nós fomos confiados a Cristo para dele recebermos a vida. Jesus diz que a vontade do Pai que lhe enviou é que Ele não perca nenhum, que estes ressuscitem no último dia. Jesus é o nosso caminho que nos leva até Deus. Ele é o caminho que nos direciona para a vida em Deus. Ele nos acolhe com misericórdia e amor e não nos afasta, pois desceu do céu não para fazer a sua vontade, e sim a do Pai.

Irmãos e irmãs, rezamos pelos falecidos e confiamos em Deus com o coração cheio de esperança para alcançarmos a vida eterna.
Motivados pela Palavra de Deus, peçamos que a luz do alto ilumine os nossos corações feridos e dolorosos pela ausência dos que partiram dessa vida, recordamos com saudade e lembrança; que Deus conforte a dor da ausência.

Nossa vida não é tirada, mas transformada. Pela morte nós contemplamos a Deus entramos em comunhão plena. O luto cristão para quem aceitou Deus e confiou plenamente a morte não é um caminhar para o nada, mas para o aconchego dos braços de Deus; nós cristãos recordamos os defuntos como “pobres mortos”, mas como aqueles que vivem na presença de Deus e que nos esperam no céu. É natural que no luto sintamos tristes, desolados, muitas vezes sem esperança; sabemos que “perder alguém” que amamos não é nada fácil.

Pequena história para refletir:

Um monge foi visitado pelo anjo da morte, avisando-o que sua morte tinha chegado. Mas ele argumentou com o anjo: Tem que ser agora? Estou cuidando da horta da comunidade. Se eu for embora, o que os irmãos vão comer? O mensageiro resolveu deixar a missão para outra hora. Dias depois voltou, enquanto o monge cuidava das crianças da comunidade. Houve outra negociação, e o anjo adiou a morte do monge para outro momento. Voltou pela terceira vez, um mês depois, e encontrou-o tratando carinhosamente de um doente grave. Dessa vez, nem se falaram. O monge somente fez um gesto, mostrando a situação, e o anjo foi embora. Anos se passaram. Continuou o servo de Deus os seus trabalhos. Tornou-se velho e fraco e começou a desejar a morte. Que alívio! Pensei que estava zangado com meus pedidos de adiamento, e que não me levaria mais para a vida eterna, junto de Deus. O anjo sorriu e explicou: Eu só vou completar o finalzinho do seu trajeto. Você já estava entrando na vida eterna quando servia seus irmãos.

“Pois vou preparar-vos um lugar, e quando eu me for e vos tiver preparado um lugar, virei novamente e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais vós também” (Jo 14,2-5).

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Alicerces para a reconstrução da vida cristã – Homilia Papa em Gyumri

25-06-2016 | Da Rádio Vaticana

Papa Francisco - Missa na Praça Vartanàns em Gyumri - AFP

Papa Francisco – Missa na Praça Vartanàns em Gyumri – AFP

«Levantarão os antigos escombros, restaurarão as cidades destruídas» (Is 61, 4). Nestes lugares, amados irmãos e irmãs, podemos dizer que se realizaram as palavras do profeta Isaías, que ouvimos. Depois das devastações terríveis do terremoto, estamos aqui hoje para dar graças a Deus por tudo o que foi reconstruído.

Mas poderíamos também questionar-nos: Que nos convida o Senhor a construir hoje na vida? E sobretudo: Sobre que alicerce nos chama a construir a nossa vida? Procurando responder a esta pergunta, gostaria de propor-vos três alicerces estáveis sobre os quais podemos, incansavelmente, edificar e reedificar a vida cristã.  Leia mais »

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Papa, Mensagem para o Dia Mundial das Missões: testemunhas de misericórdia

16-05-2016 | Da Rádio Vaticana

Testemunhas de misericórdia - AFP

Testemunhas de misericórdia – AFP

“Igreja missionária, testemunha de misericórdia” é o título da mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Missões, a ser celebrado no terceiro domingo de outubro. No Regina Coeli deste Domingo de Pentecostes o Papa Francisco falou sobre a mensagem aos presentes:

“Hoje, no contexto muito apropriado de Pentecostes, é publicada a minha mensagem para o próximo Dia Mundial das Missões, celebrado cada ano no mês de outubro. Que o Espírito Santo dê força a todos os missionários ad gentes e apoie a missão da Igreja no mundo inteiro. E que o Espírito Santo nos dê jovens – meninas e rapazes – fortes, que tenham vontade de anunciar o Evangelho. Peçamos isto hoje ao Espírito Santo”.

Eis na íntegra o texto da Mensagem:  Leia mais »

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